De acordo com Walter Spinelli, um objeto virtual de aprendizagem pode se constituir numa situação favorável para o aluno chegar ao cume da pirâmide informacional, criada por Machado. Tendo em vista os argumentos de Spinelli para esta afirmação, reflita sobre outras situações de aprendizagem que você vivenciou que tenham proporcionado efeito semelhante. Compartilhe suas reflexões com o seu grupo, aqui no blog.
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17 comentários:
Diante das várias informações advindas com o avanço da tecnologia, tornou-se cada vez mais necessário a preocupação e o planejamento da escola em elaborar atividades que prendam a atenção dos alunos, as chamadas “situações de aprendizagem”, com o objetivo de estimular os discentes para a leitura e interpretação de dados que muitas vezes são jogados pelos meios de comunicação sem nenhuma preocupação com a formação da consciência do indivíduo. Tornando assim uma grande responsabilidade da educação unir produção de conhecimento a ação educativa na perspectiva crítica e emancipatória utilizando alguns recursos inovadores inclusive digitais e virtuais possibilitando que o aluno seja capaz de uma interação, mediante os feedback.
Após a leitura sobre os Objetos Virtuais de Aprendizagem: Ação, Criação e Conhecimento de Walter Spinelli, verifiquei AS SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM: Antecedendo as aulas os professores refletem, pesquisam, organizam, selecionam, digitam, recortam, colam, gravasm, fazem experimentos realizados em laboratórios, utilizam projeções de filmes especialmente escolhidos para motivar a discussão e a análise... põem em prática.
Hoje nossos alunos vêm à Escola com uma quantidade de informação maior do que em outros tempos, mas vale salientar que a maioria dessas informações não passaram por um crivo crítico e depurado, salientando ainda que essas informações não garantem uma base sólida para a construção do conhecimento em situações escolares.
A PIRÂMIDE INFORMAL, segundo Machado (2002) expõe suas idéias sobre: inteligência, conhecimento, informações e Dados. Com tudo isso é necessário ainda refletir também sobre a maneira como, no cotidiano, os temas próprios de cada disciplina enredam-se aos das demais, extrapolando os limites aparentes dos planejamentos tradicionais.
Segundo Lévy ( 1995) (...) o saber não é mais uma pirâmide estátitica, ele me leva e viaja em uma vasta rede móvel de laboratórios, de centros de pesquisa, de bibliotecas, de bancos de dados, de homens, de procedimentos técnicos, de mídias, de dispositivos de gravação e de medida, rede que se estende continuamente no mesmo movimento entre humanos e não-humanos, associando moléculas e grupos sociais, elétrons e instituições (p. 179).
OBJETOS VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM:
Pensar sobre a possibilidade de integrar conteúdos e significados remete à idéia de que construímos determinados conceitos, na medida que ampliamos conhecimentos se amplia também a compreensão dos significados desses conceitos. Após essa leitura, constatamos a importãncia de que a construção do conhecimentos é uma teia de significados do conceito realizada com base na escolha de contextos significativos para o desenvolvimento de determinado bloco de conteúdos, bem como a possibilidade de usar a tecnologia na composição de algumas situações que denominamos como objetos virtuais de aprendizagem... Rosa Neide/Fernando Pedroza-RN
Com o crescimento dos recursos tecnológicos especialmente computadores e Internet, novas situações de aprendizagem tem sido concebidas a partir de estratégias de trabalho que outrora não seriam sequer imaginadas.Com o computador conectado à rede encontraremos mil ou mais refências sobre todo e qualquer assunto, analizamos e selecionamos as que se adpatam melhor a nossa pesquisa. Vale refletir se esse recurso digital está contribuindo realmente para a verdadeira aprendizagem...
ESTIMULANDO CRIATIVIDADE E IMAGINAÇÃO:
Não devemos deixar de lembrar que m bjeto virtual de aprendizagem não é apenas a simulação de um experimento real.É uma situação, uma História, na qual o aluno percorre etapas , envolvido por um contexto que exige a compreensão de determinados conceitos científicos. O sucesso vai depender de quem utiliza esse objeto se está diretamente relacionado ao aprendizado pessoal dos conceitos envolvidos no objeto.
Estratégias de Trabalho devem favorecer o total exercício da criatividade por parte de nosso alunos, utilizar os recursos tecnológicos não são prerrogativas para confirmar o verdadeiro aprendizado, pois temos conosco o aprendizado construído por nossos pais e por nós mesmos, lembrando que a era da informática é muito mais cômodo e eficaz nas buscas e conquistas se realizadas com objetivos definidos previamente, ficar ligado à rede só para bater papo, ver fofoca,olhar fotos ou coisas dessa natureza não detecta nenhuma aprendizagem... O que determina é o uso inteligente de instrumentos de tecnologia, como a produção de objetos virtuais de aprendizagem, isso sim, com certeza amplia todas as possibilidades para o desenvolvimento da capacida criativa dos estudantes.
Valeu Walter Spinelli... Parabéns pelas informações!
Rosa Neide/Fernando Pedroza-RN.
Vamos lá colegas ao nosso segundo encontro em Mossoró - RN.
Refrexão do Professor João Maria.
É notório que a forma de ensino tradicional nas escolas brasileiras não vai da noite para o dia, se adaptar a este modelo de sociedade mutante que vivemos.
O uso do computador na educação tem sido alvo de debates e questionamentos. Na verdade, o que se discute não é o instrumento em si, mas a maneira de empregá-lo, que depende de uma concepção filosófica e de uma teoria de aprendizagem. De acordo com a concepção de educação adaptada, o computador assumirá um determinado papel na relação entre o aluno, o conhecimento e o professor.
A introdução de novas tecnologias na educação (principalmente a informática) deve-se a busca de soluções para promover melhorias no processo de ensino-aprendizagem, pois os recursos computacionais, adequadamente empregados, podem ampliara conceito de aula, além de criar novas pontes cognitivas.
O professor geralmente necessita do auxílio de alguém para configurar a máquina e instalar softwares e o tempo é muito curto para que as providências sejam tomadas no momento da aula. Sabemos que são poucas as escolas que possuem um técnico para cuidar da sala de informática e garantir condições de trabalho.
Alem desses aspectos, temos que enfrentar também as limitações das salas ambientes de informática. Se o espaço físico não comporta todos os alunos, temos que dividir a classe, desenvolver a mesma atividade para diferentes turmas. Quanto tempo levará para atender a classe toda? Como é possível reorganizar o treinamento? Isso trará algum prejuízo? Quais os perigos de deixar alguns alunos sozinhos na sala de aula enquanto o professor orienta as atividades na sala de informática, ou vice-versa? Onde colocar os computadores: um em cada sala de aula ou todos agrupados numa única sala? Como as diferentes formas de organização do espaço físico influenciarão na nossa prática pedagógica? São decisões difíceis e cada escola deve encontrar a sua maneira de enfrentar esses riscos relacionados à organização do espaço físico.
As nossas escolas necessitam de uma reestruturação geral de programação e currículos que gerarão uma série de transformações e adequações. Propõe-se que as atividades devem estar voltados a formação do cidadão, vinculando os conteúdos as dimensões sócio-político-econômico e os conhecimentos prévios dos alunos. Defende-se que o aluno parta de questões concretas para estabelecer relações abstratas entre os conceitos e os conteúdos presentes nas atividades de aprendizagem.
Spinelli defende a tese de que um objeto de aprendizagem pode propiciar um ambiente oportuno em que o educando atinja o topo da pirâmide informacional, criada por Machado.
Diante das situações de aprendizagem por ele vivenciadas podemos constatar que os objetos virtuais de aprenzagem, constituem, sem dúvida, instrumentos imprescindíveis para a aquisição do conhecimento.
É por meio destes mecanismos que o aluno poderá projetar-se em direção a conhecimentos elaborados, a partir da capacidade de estabelecer conexões entre as várias informações vinculadas pelos diversos meios de comunicação de massa e organiza-las sistematicamente mediante critérios de relevância.
Nesse percurso o discente poderá analisar criticar, relacionar as diversas informações e construir conhecimento. Contudo, é preciso atingir o patamar mais elevado da inteligência e aí que entra o papel preponderante da atividade educacional e pedagógica.
Entretanto, para alcançar este patamar faz-se necessário que os alunos sejam envolvidos no objeto virtual de aprendizagem, de modo que este se configure como instrumento que os oportunize o desenvolvimento da criatividade, pois é ela que condiciona a atividade intelectual.
Cabe ao professor, portanto desenvolver a curiosidade dos alunos, sugerir fontes de busca, ensinar a pesquisar, observar e registrar o que cada um está aprendendo, afim de que estes possam se interessar pelo mundo que os cercam e usar os computadores para compreendê-lo melhor.
A História da Informática na Educação no Brasil data de mais de 20 anos. Nasceu no início dos anos 70 a partir de algumas experiências na UFRJ, UFRGS e UNICAMP. Nos anos 80 se estabeleceu através de diversas atividades que permitiram que essa área hoje tenha uma identidade própria, raízes sólidas e relativa maturidade. Apesar dos fortes apelos da mídia e das qualidades inerentes ao computador, a sua disseminação nas escolas está hoje muito aquém do que se anunciava e se desejava. A Informática na Educação ainda não impregnou as idéias dos educadores e, por isto, não está consolidada no nosso sistema educacional. São poucos professores que domina a informática com isso causando dificuldades para a utilização de softwares em suas aulas.
O uso de softwares na sala de aula exige do professor uma abordagem mais ampla é uma forma de ensino diferenciada e moderna exigindo uma pesquisa, uma reflexão, um planejamento, uma seleção mais precisa.
Nós professores sentimos muitas dificuldades para trabalhar a informática na sala de aula, principalmente seguir a imagem da pirâmide informacional usada por Machado.
O texto fala sobre a importância da mídia na aprendizagem. Os professores podem desenvolver várias atividades, que criem situações de aprendizagem. Porém não é uma tarefa fácil, tendo em vista que a maioria dos alunos já vem com uma quantidade de informação muito grande, mas isso não quer dizer que essas informações gerem conhecimentos, pois para que isso ocorra é preciso compreendê-las, relacioná-las, analisá-las e organizá-las.
Os professores não precisam abandonar suas salas de aulas e correr para os laboratórios de computação para melhorar suas aulas, mas todos podem usar esses recursos como ferramenta de auxílio e melhoramento do ensino aprendizagem. O objeto virtual de aprendizagem é um recurso digital que pode auxiliar o professor no momento que ele desejar, e pode ser revisto sempre que necessário. Esses objetos virtuais estimulam a aprendizagem uma vez que o aluno vai interagir com o mesmo, e a cada passo da história existente no objeto ele vai revendo ou entrando em contato com conceitos de grande inportância para a sua aprendizagem.
18 de Julho de 2008 10:49
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA
COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ESCOLAR- CODESE
SUBCOORDENADORIA DE ENSINO MÉDIO-SUEM
CURSO: CAPACITAÇÃO DOCENTE NA UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE COMO MATERIAL DE APOIO PEDAGOGICO
ALUNO: FRANCISCO VALDEREDO SOUZA
TURMA: 01
CIDADE: BODÒ/RN
COMENTARIO DO TEXTO : OS OBJETOS VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM:AÇÃO,CRIAÇÃO E CONHECIMENTO
Ao iniciar o texto o autor comenta sobre algumas situações de aprendizagem que são usadas pelos professores nos trabalhos em sala de aula, acredito que essas ainda são situações daqueles profissionais que buscam melhorar o sistema de ensino e aprendizado nos dias de hoje. Se do ponto de vista do autor essas são situações ultrapassadas, imagine para aqueles “profissionais” que não estão nem aí para essas situações.
No que se refere a não adaptação do professor ao avanço tecnológico descordo em parte, é verdade que a maioria dos professores são pessoas idosas com poucas habilidades nas novas tecnologias, mas isso não implica em sua adaptação, o que precisa realmente é treinamento ou capacitações já que os jovens com habilidades jamais vão ingressar em uma área com tão pouca valorização profissional. Sabemos que são vários os problemas na educação, as escolas não possuem laboratórios e quando possuem não tem rede, os programas de treinamentos são raros e só costumam chegar nas épocas de campanha a grande maioria dos professores ocupam outros cargos para suprir a deficiência salarial e mesmo assim não conseguem comprar o seu computador, se conseguem não podem instalar a rede, com tanto trabalho falta tempo para pesquisar nas Lan Hausa, assistir TV ETC.
Concordo ao citar o avanço tecnológico como um caminho para salvar a educação, mas, sem descartar as outras situações de aprendizagens. Mas para que isso aconteça é preciso um investimento de forma maciça na educação.
É verdade que os nossos alunos chegam nas escolas com milhares de informações, pois o seu tempo é todo disponível para isso, o problema está justamente nos tipos de informações, já que á mídia aliena e influência e este caminho pode fazer bem ou mal para cada um dependendo da interpretação. Não só o professor, mas como também a família, deve ficar atento para este perigo, pois a mídia apesar de transmitir informações prontas ela influencia, a influencia pode gerar vícios e o vicio é doença perigosa.
Teoricamente todas as escolas hoje trabalham projetos interdisciplinares, e o fazer pensar, saber fazer, criticar construtivamente é algo muito importante para o dia-a-dia na sala de aula e que jamais deve deixar de ser praticado.
O avanço da tecnologia chegou e acelerou o tempo, o mundo ficou pequeno e as informações passaram a voar como o pensamento, precisamos se capacitar para adaptar-se a essa realidade, pois esse é o caminho do futuro.
.
Bodó/RN, 17 de julho de 2008.
18 Julho, 2008 16:55
CURSO: Capacitação docente na utilização de SOFTWARE como material de apoio pedagógico.
ATIVIDADE A DISTÂNCIA: Comentário da leitura do texto “Os Objetos Virtuais de Aprendizagem: ação, criação e conhecimento.
CURSISTA: Emanuel Laurentino de Macedo, turma: 01
O planejamento é parte integrante das atividades do professor comprometido com a construção do conhecimento dos seus educandos. As situações criadas para despertar (aguçar) seja curiosidade ou desejo de investigação é o grande motivador que alavancará as primeiras investidas do estudante rumo à descoberta. Vale salientar que atualmente o educando tem acesso a muita informação no seu cotidiano devido ao grande avanço da tecnologia da comunicação. Assim, cabe ao professor selecionar com cuidado a atividade (despertador) para que ela não se torne apenas em mais umas das situações cotidianas do estudante.
É perceptível claramente que o educando de hoje chega a escola com uma grande quantidade de informação que na sua grande maioria nem sempre é compreendida por ele. A facilidade de acesso a todo tipo de informação não garantem uma base solida para construção do conhecimento em situação escolar. Requer do aluno habilidade de discernimento no sentido de concatenar melhor as idéias contidas neste universo de informação. É consenso entre professores que é preciso considerar a situação de um grande numero de jovens que chegam à escola munidos de uma gama de informações e que detêm formas (ainda não assimilada pela escola) de construção de conhecimento.
Segundo a Pirâmide de Informação de Nilson Machado apresentada no texto de Walter Spinelli. O processo de construção do conhecimento perpassa por degraus (patamares) que são distintos mais necessários para compreensão das idéias contidas nas teorias e concepções do conhecimento. No entendimento de Machado para compreendermos melhor alguns termos que nos rodeiam atualmente das concepções do conhecimento podemos dividi-los em quatro degraus em forma de Pirâmide. No primeiro degrau estão os dados (qualitativos, quantitativos) de toda natureza, acumulados e registrados em todas as fontes. Segundo degrau, o das informações (significativas, organizadas) que segundo Machado estas já estão analisadas, processadas e inicialmente articuladas por ser próprio dos elementos de comunicação de massa (radio, televisão, jornais, revistas, internet) não deve ser o lugar que a escola adote para o desenvolvimento completo de suas atividades educativas: no máximo, pode servir de ponto de partida. O terceiro degrau o do conhecimento (compreensão, teorias), é, ou deveria, ser um objetivo do trabalho pedagógico, não o ultimo ou principal, mas um importante objetivo. Partindo da leitura dos dados, geramos informação; da informação, analisando-as, criticando-as, relacionando-as, construímos conhecimento; é preciso saber administrá-los no sentido de aceitar novos desafios; é preciso buscar dados, gerar informações e criar conhecimentos numa direção anteriormente determinada; é preciso projetar. Essa tarefa está resguardada ao ultimo degrau da pirâmide, o mais elevado, o da inteligência (projetos, valores).
O grande número de recurso tecnológico, particularmente computadores e internet, têm contribuído muito na mediação dos conhecimentos, segundo depoimentos de profissionais de educação que já utilizam a tecnologia de comunicação em suas aulas. Esta nova realidade no sistema educacional nos desafia a fazermos uma reflexão sobre nossa postura na condução das aulas, mesmo sabendo a que nossa formação não nos preparou para tais situações. Hoje, é imprescindível que o professor esteja atento e aberto as inovações que ocorrem ao seu redor.
No sentido de ilustrar melhor o nosso comentário faremos um relato de uma situação escolar onde o uso objeto virtual de aprendizagem foi fundamental para compreensão do conteúdo.
No inicio do ano letivo de 2007 na Escola Estadual Pedro II de Ensino Médio em Lajes/RN, quando tivemos a primeira de Física onde geralmente ocorrem as apresentações de Professor e Alunos. Foi solicitado que todos ao se apresentarem dizer a sua altura em centímetros. Ocorre que 90% dos alunos presentes não souberam dizer sua altura em centímetros porque tinham dificuldades em converter metro em centímetro. Diante desta situação o professor planejou para a aula seguinte a utilização de Objetos Virtuais que pudessem ser utilizados como unidade de medida. Dentre tantos, forma escolhidos para aula um metro que os vendedores utilizam em lojas de tecido, uma trena de pedreiro, uma fita de vídeo que continha uma pequena história de como tinha surgido às medidas e cordão para os alunos construírem unidades de medidas a partir de seus membros como: braça, pé, jarda e etc.
No dia previsto da aula, quando o professor chegou com os objetos percebeu logo a surpresa dos alunos acompanhada por uma grande curiosidade para saber o que ia ocorrer naquela aula. O professor iniciou a aula expondo algumas situações problemas e pediu para os alunos dizerem como eles poderiam resolver aquelas situações usando os seus conhecimentos. Em seguida a turma assistiu ao vídeo e a partir deste momento os estudantes foram divididos em grupos para utilizarem os objetos virtuais de aprendizagem na solução das situações. Terminado o momento de manuseio dos objetos, eles foram convidados a falar sobre a experiência vivida, como percebiam as dificuldades e porque elas surgiram. Foram muitos os depoimentos, onde a maioria ressaltou que apesar de conhecer os termos (unidades) e os objetos desconheciam os métodos de conversões das unidades medidas e grandezas.
Percebe-se claramente que foi os Objetos Virtuais o grande motivador para despertar a curiosidade dos alunos, desencadeando neles um desejo investigativo que os levou a construir próprios conceitos sobre os conteúdos estudados. É importante ressaltar que o mediador deste processo, o professor, deve ter o cuidado de detectar antecipadamente os conhecimentos prévios dos alunos para que no momento da escolha do(s) Objeto(s) Virtual de Aprendizagem ele possa escolher o objeto que melhor se adéqüe aquela dificuldade. Caso contrário, aquilo que deveria ser atrativo e motivador passam a ser mais uma rotina na sala de aula. Assim, o sucesso do Objeto Virtual de Aprendizagem na aula dependerá da escolha certa para a situação problema em questão.
14 Julho, 2008 09:18
O texto nos mostra exatamente o que estamos vivendo hoje em sala de aula, alguns alunos, não digo a maioria (diante da minha realidade), pois não é; temos alunos e professores que não sabem lidar com a tecnologia (especificamente computadores) e seus meios e não existe, pelo menos na escola em que leciono um estudo direcionado para nesse sentido. No entanto, temos uma clientela que mergulhada neste campo de dados precisa ser orientada a criticar, selecionar e obter informações que leve ao conhecimento, tornando-os cidadãos inteligentes com valores e princípios de vida e não meros receptores de teorias de morte, como muitas vezes acontece por falta de educadores que os ajude. É preciso prorromper com a idéia de cada professor trabalha individualmente, pois a vida e tudo quanto a rodeia está interagindo entre si. Não tem como não haver interdisciplinaridade. Talvez o que esteja faltando é habilitar pessoas (os próprios educadores) a trabalhar, ou melhor, executar o que está se vivenciando nos dias atuais. As escolas estão se equipando com kits tecnológicos, a Internet, ou seja, objetos virtuais de aprendizagem, porém, é preciso saber depurar os dados, selecionar o que é viável, aprender, tornar-se capaz e ser multiplicador de projetos de vida.
Lucimar Lopes Roque Costa
MÓDULO I - OBJETOS DE APRENDIZAGEM
Ao planejar uma aula o educador pensa várias atividades qie possam auxiliar na compreensçao do conhecimento que ele deseja construir junto a seus alunos. Esses elementos serão responsáveis por proporcionar o que se chama de situações de aprendizagens.
O avanço da tecnologia em todas as direções, tem colocado a disposição do alunado uma gama de informações que muitas vezes se antecipa a escola no processo de construção do conhecimento.
Machado (2002) usa uma pirâmide para mostrar o processo que vai da obtenção da informação até a construção do conhecimento. Para ele, na base da pirâmide fica os dados qualitativos e quantitativos e qualitativos se referindo a dados de toda natureza, acumulados em tabelas e veiculados através dos meios de comunicação inclusive ba internet, ter acesso a esses dados é importante, entretanto isso não garante que sejamos capazes de dar-lhes significado o que nos leva ao próximo patamar da pirâmide, o das informações, esse patamar deve servir de ponto de partida para todo um trabalho que nos conduzirá a construção do conecimento que é o patamar seguinte da pirâmide. Para atingir esse nível, o do conhecimento, é fundamental a capacidade de estabelecer conexões entre elementos informacionais e organizá-los em sistemas.
Partindo da leitura dos dados, geramos informação, analisando-as, criticando-as, relacionando-as, construímos conhecimento: daí é preciso projetar. Essa tarefa está resguardada ao último patamar da pirâmide, o mais elevado, o da inteligência. A capacidade inteligente do ser humano seria, assim, a capacidade de projetar.
Toda atividade educacional e pedagógica, tanto do professor quanto da instituição escolar como um todo, deve ter como meta alcançar o patamar superior da pirâmide informacional.
Em relação aos objetos virtuais de aprendizagem deve ser concebido como surgimento de novos recursos tecnológicos que apresenta inúmeras vantagens em relação a outros métodos mais atrasados, mas que também não é passível de críticas, dependendo do seu direcionamento. Em suma, os computadores podem ser utilizados como via importante para a concretização de nossos projetos individuais ou coletivos. Já um objeto virtual de aprendizagem é um recurso digital reutilizável que auxilia na aprendizagem de algum conceitoe, ao mesmo tempo,estimula o desenvolvimento de capacidades pessoais, como a imaginação e aprendizagem.
JOSÉ MAURÍCIO DE OLIVEIRA.E.E. G. Bezerra. Afonso Bezerra -RN TURMA "1"
Ao planejar uma aula o educador pensa várias atividades qie possam auxiliar na compreensçao do conhecimento que ele deseja construir junto a seus alunos. Esses elementos serão responsáveis por proporcionar o que se chama de situações de aprendizagens.
O avanço da tecnologia em todas as direções, tem colocado a disposição do alunado uma gama de informações que muitas vezes se antecipa a escola no processo de construção do conhecimento.
Machado (2002) usa uma pirâmide para mostrar o processo que vai da obtenção da informação até a construção do conhecimento. Para ele, na base da pirâmide fica os dados qualitativos e quantitativos e qualitativos se referindo a dados de toda natureza, acumulados em tabelas e veiculados através dos meios de comunicação inclusive ba internet, ter acesso a esses dados é importante, entretanto isso não garante que sejamos capazes de dar-lhes significado o que nos leva ao próximo patamar da pirâmide, o das informações, esse patamar deve servir de ponto de partida para todo um trabalho que nos conduzirá a construção do conecimento que é o patamar seguinte da pirâmide. Para atingir esse nível, o do conhecimento, é fundamental a capacidade de estabelecer conexões entre elementos informacionais e organizá-los em sistemas.
Partindo da leitura dos dados, geramos informação, analisando-as, criticando-as, relacionando-as, construímos conhecimento: daí é preciso projetar. Essa tarefa está resguardada ao último patamar da pirâmide, o mais elevado, o da inteligência. A capacidade inteligente do ser humano seria, assim, a capacidade de projetar.
Toda atividade educacional e pedagógica, tanto do professor quanto da instituição escolar como um todo, deve ter como meta alcançar o patamar superior da pirâmide informacional.
Em relação aos objetos virtuais de aprendizagem deve ser concebido como surgimento de novos recursos tecnológicos que apresenta inúmeras vantagens em relação a outros métodos mais atrasados, mas que também não é passível de críticas, dependendo do seu direcionamento. Em suma, os computadores podem ser utilizados como via importante para a concretização de nossos projetos individuais ou coletivos. Já um objeto virtual de aprendizagem é um recurso digital reutilizável que auxilia na aprendizagem de algum conceitoe, ao mesmo tempo,estimula o desenvolvimento de capacidades pessoais, como a imaginação e aprendizagem.
JOSÉ MAURÍCIO DE OLIVEIRA.E.E. G. Bezerra. Afonso Bezerra -RN TURMA "1"
23 Julho, 2008 05:48
MÓDULO I - OBJETOS DE APRENDIZAGEM
Ao planejar uma aula o educador pensa várias atividades qie possam auxiliar na compreensçao do conhecimento que ele deseja construir junto a seus alunos. Esses elementos serão responsáveis por proporcionar o que se chama de situações de aprendizagens.
O avanço da tecnologia em todas as direções, tem colocado a disposição do alunado uma gama de informações que muitas vezes se antecipa a escola no processo de construção do conhecimento.
Machado (2002) usa uma pirâmide para mostrar o processo que vai da obtenção da informação até a construção do conhecimento. Para ele, na base da pirâmide fica os dados qualitativos e quantitativos e qualitativos se referindo a dados de toda natureza, acumulados em tabelas e veiculados através dos meios de comunicação inclusive ba internet, ter acesso a esses dados é importante, entretanto isso não garante que sejamos capazes de dar-lhes significado o que nos leva ao próximo patamar da pirâmide, o das informações, esse patamar deve servir de ponto de partida para todo um trabalho que nos conduzirá a construção do conecimento que é o patamar seguinte da pirâmide. Para atingir esse nível, o do conhecimento, é fundamental a capacidade de estabelecer conexões entre elementos informacionais e organizá-los em sistemas.
Partindo da leitura dos dados, geramos informação, analisando-as, criticando-as, relacionando-as, construímos conhecimento: daí é preciso projetar. Essa tarefa está resguardada ao último patamar da pirâmide, o mais elevado, o da inteligência. A capacidade inteligente do ser humano seria, assim, a capacidade de projetar.
Toda atividade educacional e pedagógica, tanto do professor quanto da instituição escolar como um todo, deve ter como meta alcançar o patamar superior da pirâmide informacional.
Em relação aos objetos virtuais de aprendizagem deve ser concebido como surgimento de novos recursos tecnológicos que apresenta inúmeras vantagens em relação a outros métodos mais atrasados, mas que também não é passível de críticas, dependendo do seu direcionamento. Em suma, os computadores podem ser utilizados como via importante para a concretização de nossos projetos individuais ou coletivos. Já um objeto virtual de aprendizagem é um recurso digital reutilizável que auxilia na aprendizagem de algum conceitoe, ao mesmo tempo,estimula o desenvolvimento de capacidades pessoais, como a imaginação e aprendizagem.
JOSÉ MAURÍCIO DE OLIVEIRA.E.E. G. Bezerra. Afonso Bezerra -RN TURMA "1"
GOVERNO DO RIO GRNADE DO NORTE
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA
COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ESCOLAR – CODESE
SUBCOORDENADORIA DE ENSINO MEDIO-SUEM
CURSO
“CAPACITAÇÃO DOCENTE NA UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE
COMO MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO”
ATIVIDADE A DISTÂNCIA: leitura e Comentário do texto “Os Objetos Virtuais de Aprendizagem: ação, criação e conhecimento.
CURSISTA: Maria de Fátima Carvalho Pereira, turma: 01
O Professor comprometido com a construção do conhecimento de seus educandos integra na bagagem uma das principais ferramentas que e o planejamento.As situações de aprendizagens criadas para auxiliar os alunos na sua aprendizagem é o grande incentivo para despertar para novas descobertas.
Atualmente o educando tem acesso a uma gama de informações, graças ao avanço da tecnologia da comunicação. Assim sendo cabe ao professor eleger com cuidado atividades que gerem interesses no aluno e não passe a ser a penas mais uma das situações de seu dia-a-dia .O educando de hoje chega a escola com um quantidade de informação muito grande, na maioria das vezes não compreendida por ele, contudo não garantem uma base solida para a construção do seu conhecimento.
De certo exige do aluno a capacidade de percepção no sentido de melhor entender as idéias contidas neste vasto mundo de informação. De acordo com a Pirâmide de Informação de Nilson Machado apresentada no texto de Walter Spinelle o processo de construção do conhecimento passa por patamares necessários para a compreensão das idéias contidas nas teorias e concepções do conhecimento.
Machado(2002) utiliza da imagem da Pirâmide Informacional para apresentar suas idéias sobre como compreender alguns termos que rodeiam atualmente as concepções do conhecimento.Essa Pirâmide se divide em quatro patamares( Degraus).No patamar inferior estão os dados (qualitativos,quantitativos) de toda a natureza, acumulados em todas as fontes.No segundo patamar, o das Informações significativas analisadas e inicialmente articuladas por ser próprio dos elementos de comunicação de massa como (rádio, o jornal, a televisão, a internet).No entanto não deve ser o lugar para o desenvolvimento completo de suas atividades educativas.No máximo um ponto de partida.
O terceiro patamar (o do conhecimento) é o ou deveria ser um objetivo do trabalho pedagógico, não o ultimo ou o principal mais um importante objetivo.
Partindo da leitura dos dados, geramos informação; da informação, analisando-as, criticando-as, relacionando-as, construímos conhecimento, é preciso administrá-los no sentido de aceitar novos desafios, é preciso buscar dados, gerar informações e criar conhecimentos numa direção anteriormente determinada; é preciso projetar. Essa tarefa está resguardada ao ultimo patamar da pirâmide, ou mais elevado, o da inteligência.
O número elevado de recursos tecnológicos como computadores e internet, tem colaborado muito na construção desses conhecimentos mas muitos dos nossos alunos e até mesmos professores não são habilitados para fazer uso dessa ferramenta, é necessário que haja políticas de popularização e de maior acessibilidade a essa nova tecnologia de informação. Ela exige do professor uma reflexão sobre a sua maneira de conduzir suas aulas, e que o professor esteja disposto a enfrentar o desafio e deixar se envolver pelas inovações geradas ao seu redor. Quanto maior a interatividade do aluno com as informações, maior será seu envolvimento na busca pelo conhecimento
Podemos observar que os objetos virtuais são de fato um grande motivador para despertar no educando a sua curiosidade despertando nele o desejo de investigar e construir seus próprios conceitos e conclusões a cerca do que estudou.
Vale salientar que o professor de acordo com os conhecimentos prévios do aluno escolha o objeto de aprendizagem que melhor se adéqüe a dificuldade e proporcione ao educando sucesso na aprendizagem.
18 Julho, 2008 10:27
MÓDULO I - OBJETOS DE APRENDIZAGEM
Ao planejarmos uma aula pensamos várias atividades que possam auxiliar na aquisição do conhecimento que ele deseja construir junto a seus educandos. Esses elementos serão responsáveis por proporcionar o que se chama de situações de aprendizagens.
O avanço da tecnologia em todas as direções, tem colocado a disposição do alunado uma gama de informações que muitas vezes se antecipa a escola no processo de construção do conhecimento.
Machado (2002) usa uma pirâmide para mostrar o processo que vai da obtenção da informação até a construção do conhecimento. Para ele, na base da pirâmide fica os dados qualitativos e quantitativos e qualitativos se referindo a dados de toda natureza, acumulados em tabelas e veiculados através dos meios de comunicação inclusive ba internet, ter acesso a esses dados é importante, entretanto isso não garante que sejamos capazes de dar-lhes significado o que nos leva ao próximo patamar da pirâmide, o das informações, esse patamar deve servir de ponto de partida para todo um trabalho que nos conduzirá a construção do conecimento que é o patamar seguinte da pirâmide. Para atingir esse nível, o do conhecimento, é fundamental a capacidade de estabelecer conexões entre elementos informacionais e organizá-los em sistemas.
Partindo da leitura dos dados, geramos informação, analisando-as, criticando-as, relacionando-as, construímos conhecimento: daí é preciso projetar. Essa tarefa está resguardada ao último patamar da pirâmide, o mais elevado, o da inteligência. A capacidade inteligente do ser humano seria, assim, a capacidade de projetar.
Toda atividade educacional e pedagógica, tanto do professor quanto da instituição escolar como um todo, deve ter como meta alcançar o patamar superior da pirâmide informacional.
Em relação aos objetos virtuais de aprendizagem deve ser concebido como surgimento de novos recursos tecnológicos que apresenta inúmeras vantagens em relação a outros métodos mais atrasados, mas que também não é passível de críticas, dependendo do seu direcionamento. Em suma, os computadores podem ser utilizados como via importante para a concretização de nossos projetos individuais ou coletivos. Já um objeto virtual de aprendizagem é um recurso digital reutilizável que auxilia na aprendizagem de algum conceitoe, ao mesmo tempo,estimula o desenvolvimento de capacidades pessoais, como a imaginação e aprendizagem.
SONIA MARIA DE MEDEIROS E.E. G. Bezerra. Afonso Bezerra -RN TURMA "1"
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