Leia o trecho retirado do texto de César Nunes:
[...] um grupo da Faculdade de Educação de Harvard acredita que o objetivo maior do ensino oferecido por ele deve ser o “Ensino para a Compreensão” (WISKE, 1998).
Para nós, educadores, quais são os objetivos de aprendizagem que temos em nossa disciplina? Será que já refletimos sobre o comportamento do aluno que compreende, total ou parcialmente, ou que não compreende o que estamos vivenciando com ele?
Reflita e socialize suas idéias neste ambiente.
Postado por Tutoria
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17 comentários:
Realmente,é muito dificil o processo de avaliação, pois normalmente nós apresentamos os conteúdos para o nosso aluno e ficamos sem saber se realmente atinjimos nosso objetivo:a aprendizagem.
Se o conteúdo não tiver relação com o mundo real do nosso aluno, ele não demonstra muito intersse e, muitas vezes não sabemos o que fazer para mudar essa situação.
O processo de avaliação do ensino aprendizagem, no nosso entender, começar no planejar. Quando temos consciência do que queremos dos nossos alunos, sem dúvida, fica mais fácil sabermos se os objetivos foram, total ou parcialmente, atingidos.
Decerto processo avaliativo é arduo porque em diversas situações não temos certeza se aplicamos o melhor método, a melhor forma de avaliar em detrimento da metologia aplicada no ensino e, quase sempre, não paramos para repensar e replanejar a avaliação.
Ao concluir os trabalho do dia ,tivemos mas um momento de reflexâo com o amigo CESAR NUNES,cada vez nos faz motivar as nossas ações e práticas com relação ao uso dos objetos virtuais.
Francisco Neri, Valdi Bessa
Muito se têm estudado, “criado” novas estratégias para inovar a educação. Face ao exposto, esta inovação é um processo lento e contínuo, deparando-se com obstáculos, isto porque ainda é um processo experimental.
Frente a estas estratégias, o aluno deve ter habilidade de interpretar e organizar determinadas resoluções de problemas. Estes problemas que com auxílio de softwares educacionais faz com que o aluno, com seu conhecimento prévio, interaja com dinamismo diante as situações-problemas, facilitando também a avaliação em larga escala.
Refexão sobre o texto de:"César Nunes",REPENSANDO A AVALIAÇÃO.
O TEXTO ABORDA AS MUDANÇAS QUE VEM ACONTECENDO DESDE DÉCADAS PASSADAS NA EDUCAÇÃO NO QUE DIZ RESPEITA AO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE ENSINO, QUE NA VERDADE VÁRIOS LIVROS E TEORIAS ABORDAM NOVOS HORIZONTES MAS TUDO CONTINUA SEM HARMONIA.POIS AS DIRETRIZES MOSTRAM O QUE DEVEMOS TRABALHAR PARA ATINGUIR DETERMINADOS OBJETIVOS,MAS O ALUNO QUANDO TERMINA O ENSINO MÉDIO ELE SOFRE UMA GRANDE FRUSTAÇÃO,POIS O QUE O MUNDO A FORA ESTA COBRANDO DELE É CONTEÚDOS,OS VESTIBULARES,OS TESTES E CONCURSOS QUEREM SABER APENAS DO VALOR QUANTITATIVO (PONTUAÇÃO) QUEM TEM É O MELHOR.AI ESTÁ UM ANTIGO PROBLEMA QUE PARA SER SOLUCIONADO NECESSITARIA DE UMA MUDANÇA EM TODO O SISTEMA. .SOU PROFESSORA DE FÍSICA COSTUMO PLANEJAR MINHAS AULAS PROCURANDO FORMAR CONCEITOS DENTRO DE SITUAÇÕES DO COTIDIANO DO ALUNO,APROVEITO SEMPRE O QUE ELE SABE,GOSTO TAMBÉM DE MOSTRAR PARA O ALUNO O VALOR QUE O SABER TEM NA NOSSA VIDA SEMPRE COMENTO EM MINHAS AULAS: "O SABER É O ÚNICO TESOURO QUE QUE PERMANECE SEMPRE SEGURO EM NOSSA VIDA... ".QUANTO A MANEIRAS DE AVALIAR: VALORIZO O SABER PRÉVIO DO ALUNO,MAS CONTINUO REALIZANDO AS ANTIGAS AVALIAÇÕES CONTEÚDISTAS E FRUSTANTES PARA O ALUNO.MAS QUE ESTE SERÁ O ÚNICO ALVO ATÉ HOJE PARA A APROVAÇÃO EM CONCURSOS E VESTIBULARES.
Avaliar é a etapa mais difícil de ser feito no Magistério,avaliar o aluno em toda sua plenitude requer algo em que nunca aconteceu com o professor , pois toda sua formação só foi avaliado de forma quantitativa ; Na Universidade e para ingressar no Magistério Público. seria muito importante que tivesse um instrumento de qualquer natureza capaz de avaliar o aluno na forma quantitativa e qualitativa,pois avaliar na forma qualitativa onde temos uma violência muito grande dá medo.
Respondendo a pergunta: Quais são os objetivos de aprendizagem que temos em nossa disciplina?
A avaliação da aprendizagem deve levar em conta os objetivos propostosno planejamento do professor e ser feita continuamente através de trabalhos individuais e em grupos, provas subjetivas ou objetivas ou outros procedimentos pedagógicos, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. A aprendizagem do aluno que apresentar necessidades educacionais especiais deverá ser adequada ao seu nível de desenvolvimento, observando suas habilidades e competências, contando com a participação dos profissionais envolvidos em seu processo educacional e assim aprimorar seu conhecimento.
Avaliar é uma das mais complexas atividades desenvolvidas pelos professores e, em se tratando de repensar a avaliação, é necessário saber que,a mesma é, fundamentalmente,um momento de análise e ponderação, tanto por parte do aluno que realiza a prova quanto por parte do professor, que tem nesse instrumento a possibilidade de verificar a eficácia e os resultados obtidos com sua prática e proposta pedagógica.
Avaliar é tarefa dificil, pois é exatamente nesse momento que corremos o risco de cometer injustiças,devido a profundidade e seriedade que o processo exige do avaliador,uma vez que deveremos saber definir o que , quando e como estamos avaliando, pois a mesma deve ser realizada com muita clareza,humanidade e de forma justa, de modo que não haja prejudicado,sendo entendido como um processo importantissimo para pais,educando e escola,pois é por meio dela que tomamos conhecimento de dificuldades apresentadas por educadores e educandos,levando-os assim a mudar caso seja necessário suas estrategias e metodologias apontando caminhos novos norteando a ação pedagogica dentro da educação.
O nosso dever é avaliar os educandos ao longo do ano letivo de modo que os instrumentos usados no processo de avaliação busque sanar as dificuldades apresentadas pelos mesmos conduzindo-os ao aprofundamento para que aprendam mais e melhor .Para isso ocorrer com eficiencia se faz necessário que os educadores estejam atentos ao que o educando produz ou está produzindo,considerando válidas todas as atividades de sala de aula conhecendo o ritmo de cada aluno.Devemos ter a conciencia da existencia de diversos elementos a ser considerado no processo avaliativo , não esquecendo que quando avaliamos estamos nos avaliando também,se nesse processo algo não vai bem ,isto é, na verdade uma mera consequencia de que nosso trabalho , e é , aí que devemos refletir sobre nossa ação educativa.
Em seu texto, César Nunes,nos leva a refletir sobre a evolução histórica da educação e que mudança se deu na concepção da aprendizagem.
O método avaliativo adotado por nós professores, necessita de uma abordagem mais clara e voltada para o aluno. Em geral, vários são os casos em que traçamos objetivos para atingirmos o que queremos de fato e o aluno, em segundo plano, é tratado como se fosse uma página moldada conforme nossas aspirações.
Precisa-se adotar "ferramentas" para que o aluno projete seus objetivos e otimize suas ações buscando desenvolver trabalhos científicos. Então, ele despertará para uma infinidade de tarefas, cujas informações serão processadas apartir de levantamento de hípóteses, coleta de dados reais, criando, analisando e resolvendo situações problemas.
A nossa função é mediar as atividades e interagir com eles aprendendo a aprender.
A capacidade de avaliar e resolver problemas que conhecemos há anos é tarefa difícil, porém não impossível. É preciso preparação, estudo intensivo, leituras diversas e ousadia, visto que, tudo evoluiu. E os conhecimentos são os mesmos, restritos a teorias arcaicas e sem fundamentação.
A avaliação, hoje, é um processo de mudança radical necessário.
Apesar de estamos em pleno século vinte não conseguimos desenvolver um bom método para avaliar nossos alunos. Pois pensamos a avaliação como uma etapa acabada do aprendizado, ou seja, não lidamos com a possibilidade de que o aluno pode aprender durante a avaliação.
O texto Repensando a Avaliação de César Nunes, nos oferece uma base teórica para um problema que nos afligi no processo de aprendizagem. Como avaliar meus estudantes? Refletindo sobre o texto atentamos para uma realidade, a da avaliação, que talvez atinja todas as escolas do Rio Grande do Norte. Como vemos no para grafo que diz “... se falamos que capacidade de colaboração, desenvolvimento de pensamento crítico, formação de uma visão pouco fragmentada do conhecimento, etc. são importante na sua formação, mas no momento das avaliações fizermos apenas provas cobrando memorização de conteúdos...”.
Portanto, precisamos pensar e repensar o nosso método de avaliação. Pois a realidade dos processos avaliativos atuais em nossas escolas não condiz com uma seqüência de aprendizado que os nossos estudantes necessitam.
Os métodos de avaliação é um dos instrumentos mais difíceis que propomos para nossos alunos. Pois sempre queremos que eles tenham domínios de vários conhecimentos que lhe são repassados, na maioria das vezes não atingirmos nossos objetivos por que passamos de forma equivocada, não abrindo espaços parar atividades diversificadas. Devemos ressaltar que estamos trabalhando com pessoas de níveis diferentes. Logo, esse nível de aprendizagem se torna diferente porque não existe um padrão de aprendizagem de nível igual.
Segundo o texto o processo de avaliação se faz necessário uma reflexão que deverá se feita sobre as mudanças educacionais. Tendo em vista que os avanços tecnológicos são necessários e que o processo de aprendizagem venha acontecer de forma dinâmica dando ênfase ao aluno alcançar competência e desenvolvendo a sua capacidade intelectual.
TEXTO: Repensando a avaliação (comentário)
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Francisco Neri Sobrinho (Professor)
A avaliação da aprendizagem se constitui como um instrumento complexos e é essencial na formação educacional do educador e do educando, para o processo de ensino-aprendizagem. Para nós educadores é de fundamental importância que a partir do ato de planejar já se pense no processo de avaliar, para que se possa dar significação ao conhecimento a ser construído.
Assim, poderá ser emitido um julgamento de valores e méritos dos alunos, examinando os resultados processuais e finais, para saber se preenchem um conjunto particular de objetivos almejados.
Quanto a melhorias em suas capacidades, habilidades e inteligências, para formar competências é obrigatório que no ato da execução do planejamento em sala de aula, os educadores vejam se o aluno está contemplando os objetivos e desenvolvendo suas habilidades e competências nos diferentes níveis de estudo.
Diante de todos os recursos didáticos utilizados para o processo de ensino é de se esperar que o aluno não somente saiba manipular os instrumentos tecnológicos e virtuais, mas estabeleça conecções que envolvam raciocínios na construção do conhecimento, utilizando esses instrumentos .
Segundo Davis (apud NUNES et al., 2004) reforça a conscientização do próprio aluno sobre o que sabe, o que não sabe, sobre o como sabe, sobre como aplica o que sabe, sobre como otimiza o que sabe e sua aplicação.
Com essa abordagem, cada vez mais nos coloca diante de uma responsabilidade, para ver o nosso educando como um ser em formação, porém com capacidades para conseguir atingir êxitos no processo avaliativo e nas etapas de domínio das informações, aplicando seus pareceres nas três dimensões avaliativas: conceituais, procedimentais e atitudinais.
Sabendo que o ensino médio tem como finalidades centrais não apenas a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos durante o nível fundamental, no intuito de garantir a continuidade de estudos, mas também a preparação para o trabalho e para o exercício da cidadania, a formação ética, o desenvolvimento da autonomia intelectual e a compreensão dos processos produtivos, vemos que tudo parte e chega em uma avaliação. Seja uma avaliação de quando o aluno chega (diagnótica), bimestralmente (feita pelo professor), ou quando ele sai (ENEM). Porém, essas avaliações não possuem os mesmos critérios, nós professores geralmente cobramos em nossas avaliações memorização de conteúdo, e o aluno tem dificuldade de resolver situação problema que ele encontra no ENEM. Percebemos que o processo de avaliação deve ser repensado.
Patricia Firmino, E.E Professor José Próspero, Coronel João Pessoa.
O ato de avaliar é complexo e demonstra a concepção de ensino-aprendisagem adotada pelo professor.Como lembra Cesar Nunes,a concepção de avaliação e os meios de avaliação modificam-se ao longo dos anos,o que demonstra que a avaliação sofre a influência das modificações socio-educacionais.
O documento legal que rege a educação no país ,os PCN, defendem que a avaliação deve ser diagnóstica e contínua,ou seja, devemos identificar as dificuldades dos nossos alunos,procurar saná-las e realisar nova avaliação para identificarmos se os alunos superaram as dificuldades já identificadas .Ao adotarmos essa forma de avaliar estamos também nos auto-avaliando,identificando se as metodogias que adotamos são adequadas ao aluno que temos,percebemos os mínimos avanços dos alunos e também as nossas falhas.
Portanto, a avaliação deve ser encarada como um processo, no qual prevalece o aspecto qualitativo e não apenas o quantitativo.Ao ser desenvolvida a avaliação deve lançar mão de múltiplos meios(escritos,orais,tecnológicos...)que sejam capazes de comprender o aluno como ser integral e único ,constituído pelo meio e capaz de mudar o meio em que está inserido.Isso comprova como é árdua essa nossa tarefa de avaliar.
Quando se fala em avaliação sempre surgem algumas perguntas:o que avaliar?como avaliar?quando avaliar?Pois avaliação é um processo difícil de desenvolver pois sempre temos a sensação que não atingimos nosso objetivo.
A avaliação deve ser contínua e sistemática, baseada na verificação da aprendizagem do aluno. Ela pode fornecer a nós professores subsídios para uma reflexão constante de nossa prática. Para o aluno,é o instrumento de tomada de consciência de suas conquistas, dificuldades e possibilidades. No quotidiano, o que constatamos é que as vésperas das avaliações, muitos alunos vão procurar saber "qual é a matéria". Os conteúdos se transformam em algo de que precisa para passar. O que se vê na prática de avaliação de nós professores, em geral, são procedimentos metodológicos inadequados, onde utilizamos muito mais provas e testes do que outros instrumentos de avaliação e nós estamos mais voltados para a atribuição de notas.Essa é ainda, infelizmente, a realidade mais frequente encontrada nas nossas escolas
A avaliação deve ser contínua e sistemática, baseada na verificação da aprendizagem do aluno. Ela pode fornecer a nós professores subsídios para uma reflexão constante de nossa prática. Para o aluno,é o instrumento de tomada de consciência de suas conquistas, dificuldades e possibilidades. No quotidiano, o que constatamos é que as vésperas das avaliações, muitos alunos vão procurar saber "qual é a matéria". Os conteúdos se transformam em algo de que precisa para passar. O que se vê na prática de avaliação de nós professores, em geral, são procedimentos metodológicos inadequados, onde utilizamos muito mais provas e testes do que outros instrumentos de avaliação e nós estamos mais voltados para a atribuição de notas.Essa é ainda, infelizmente, a realidade mais frequente encontrada nas nossas escolas
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