Leia o trecho retirado do texto de César Nunes:
[...] um grupo da Faculdade de Educação de Harvard acredita que o objetivo maior do ensino oferecido por ele deve ser o “Ensino para a Compreensão” (WISKE, 1998).
Para nós, educadores, quais são os objetivos de aprendizagem que temos em nossa disciplina? Será que já refletimos sobre o comportamento do aluno que compreende, total ou parcialmente, ou que não compreende o que estamos vivenciando com ele?
Reflita e socialize suas idéias neste ambiente.
Postado por Tutoria
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8 comentários:
Emerson Richardson
analizando todo o texto, persebemos que hoje estar tudo bem mais facil, para o estudante, as informacoes chega mais rapida atraves das internet, televisao, jornais, revistas. do outro lado nao é so o professor fazer a sua parte, o aluno ele tambem tem um papel principal com as suas tarefa e seus compronisso, pois é atraves de seus proprio interesse que vai despertar para um futuro melhor.
Para SPINELLI o professor para planejar suas aulas necessita organizar um conjunto de atividades, as quais são denominadas de situações de aprendizagem. Essas situações de aprendizagem vêm evoluindo de uma forma que a Escola precisa acompanhar o desenvolvimento do aluno, especialmente com a expansão da informática.
Um dado interessante foi a forma como Machado citado por SPINELLI apresenta sua concepção do conhecimento, a qual é dividida através de uma pirâmide. Para o autor, no patamar encontram-se os DADOS (Qualitativos e quantitativos); em seguida vêm as INFORMAÇÕES (significados, organização); mais em cima está o CONHECIMENTO (Compreensão e Teorias) e no cume a INTELIGÊNCIA (Projetos e valores)..
Hoje com a facilidade que os jovens tem a inúmeras fontes de dados e informações a escola deve acompanhá-los e orientá-los no bom uso das mesmas, de maneira que possam construir seus saberes próprios, por meio da ampliação da compreensão dos significados dos conceitos que os cercam. Para tal o uso da tecnologia é de fundamental importância para a ampliação dessa teia de conceitos, é o que o autor chama de Objetos Virtuais de Aprendizagem.
Apesar de ser um recurso indispensável para o trabalho pedagógico, os objetos Um objeto virtual de aprendizagem é uma ferramenta que conduz alunos e professores não apenas a simular uma situação real, mas a um caminho construído pelo acúmulo de experiências e pela percepção dos conceitos construídos sobre determinado fato ou elemento.
A partir do momento que os nossos jovens tiverem a oportunidade e o acesso a trabalhar o mundo virtual na escola, ele terá maiores chances de organizar sistematicamente a realidade virtual em que já está inserido, e assim a nossa educação terá maiores possibilidades de chegar ao seu real objetivo: a mudança de comportamento, isto é, a produção do saber.
Os recursos virtuais disponíveis hoje em dia, tais como a televisão, internet, é indispensável para o bom trabalho pedagógico em uma sala de aula. È uma ferramenta de aprendizagem que conduz alunos e professores a novas descobertas, oportunidades e experiências.
Entretanto temos que admitir que o uso em excessivo deste instrumento de aprendizagem, possa vir ser prejudicial ao aluno caso não seja trabalhado de uma forma sistemática e que busquem objetivos coerentes, que tragam mudanças de comportamento e oportunizem a construção do conhecimento por parte do aluno e do professor.
O texto de Walter Spinelli é muito abrangente com referencial a os objetos virtuais de aprendizagem , no tocante a Matemática , podemos ver que qualquer forma de projeto não é muito eficaz na aprendizagem, mas sim na constatação da mesma . Vejo que precisamos mesmo é de uma EDUCAÇÃO que os alunos sejam contemplados na sua plenitude no ensino médio e fundamental. Só com a melhora desta EDUCAÇÃO é que os alunos poderá ter ideia dos objetos virtuais aprendizagem.
Zemaria disse...
Esse segundo encontro mostra uma maneira de repensar sobre as mudanças de aprendizagem no novo conhecimento de ensino com os recuros virtuais para uma pratica educacional, com referencia a cométencia e habilidade no tocante a matematica.
O uso excessivo no campo virtual prejudica muito o aluno, que muitas as vezes não esteja trabalhando sua pratica presencial do dia a dia.
É muito importnate o uso no campo virtual, mas existem outras maneiras que facilitam na avaliação do professor, que eu já fazia muito antes de parecer a avaliação continua e essa nova tecnologia como exemplo eu analisava o aluno na sala de aula como o seu comportamento, raciocinio, inteligencia, conhecimento e sua força de vontade de aprender.
Diante dos vários objetivos de aprendizagem que temos em cada disciplina, é importante refletirmos o comportamento do aluno diante de sua compreensão no que vivenciamos com ele.
Há alunos que compreendem totalmente, outros parcialmente e aqueles que não compreendem.
É de responsabilidade do professor usar metodologias que proporcionem melhor entendimento para o aluno.
Odaívo disse...
O texto repensando a avaliação nos traz novas abordagens sobre o trabalho que pode ser desenvolvido para que o próprio aluno também crie uma perspectiva de se auto-avaliar com o professor e os outros colegas. É preciso que nós possamos ler e descobrir tecnicas para se aplicar o método das rubricas como um caminho para melhorar a capacidade de auto-avaliação, dentro do processo de construção do conhecimento através dos conteúdos trabalhados apartir do seu cotidiano.
Uma atividade, ou só um tipo de atividade, não permitirão avaliar os objetivos de aprendizagem concebido ao aluno. Portanto, uma maneira de superar essa dificuldade é primeiramente ter clareza dos objetivos de aprendizagem que temos em nossas disciplinas.
O segundo momento é necessário utilizar diferentes métodos de avaliação para darmos várias chances de aprendizagem, como por exemplo as rubricas instrucionais.
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