Leia o trecho retirado do texto de César Nunes:
[...] um grupo da Faculdade de Educação de Harvard acredita que o objetivo maior do ensino oferecido por ele deve ser o “Ensino para a Compreensão” (WISKE, 1998).
Para nós, educadores, quais são os objetivos de aprendizagem que temos em nossa disciplina? Será que já refletimos sobre o comportamento do aluno que compreende, total ou parcialmente, ou que não compreende o que estamos vivenciando com ele?
Reflita e socialize suas idéias neste ambiente.
Postado por Tutoria
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19 comentários:
Comentário do texto “Repensando a Avaliação” por Cesar Nunes.
O autor inicia o texto falando de um acontecimento fenomenal ocorrido na década passada, que foi presenciado por todos, de uma forma global. Esse fenômeno foi à criação de novos parâmetros e diretrizes curriculares. Em seguida vários outros autores compilaram sobre a temática dando ênfase nas teorias e práticas educacionais até então já conhecidas.
O autor, ainda revela que na maioria dos países são utilizados normatizações em sua documentação das diretrizes educacionais utilizando o desenvolvimento de habilidades de ordem mais alta, como a capacidade de resolver problemas; autonomia; pensamento crítico; capacidade de trabalhar em grupo; entre outros. O autor ainda retrata a problemática da falta de técnicas que possibilitam a indicação do desenvolvimento das habilidades de fator mais elevado através das suas interpretações e avaliações dos dados em uma visão mais qualitativa.
Sobre a avaliação da capacidade de resolver problemas o autor sintetiza a importância da utilização dos “problemas abertos” que são os que penetram mais próximos da realidade, e que, também, são esses tipos de “problemas” que vem sendo utilizados e incorporados com maior freqüência nas instituições. Já na problemática da avaliação de posturas e desenvolvimentos da metacognição o autor cita a importância da utilização dessa ferramenta pelos próprios alunos, salientando a conscientização dos mesmos; e serão os próprios alunos que terão que saber o que eles sabem e o que não sabem; assim também, a questão do como sabem; como aplicar o que sabem; e sobre a otimização do que sabem para obter uma aplicação direta, objetiva e sistemática.
No que diz respeito sobre os instrumentos de avaliação para a sala de aula o autor faz referência na utilização da quebra do paradigma dos métodos de avaliação utilizados pelos docentes em suas disciplinas. É importante efetuar uma avaliação criteriosa, justa e objetiva; englobando metodologia de avaliação diferenciada e global de forma ao docente agir de maneira a ser empático com seus discentes. Utilizando ferramentas para um melhoramento nas técnicas de avaliação, como avaliar a capacidade do desenvolvimento crítico do aluno, enfoque no conhecimento, trabalho em equipe, entre outras.
Comentário do texto “Repensando a Avaliação” por Cesar Nunes.
No que diz respeito ao texto de César Nunes, vemos que no parágrafo-3, o autor menciona que vários países trabalham no aluno, o desenvolvimento de habilidades de ordem mais alta, como a capacidade de resolver problemas, a autonomia, o pensamento crítico, a capacidade de trabalhar em grupo, entre outros. Po outro lado, a nossa realidade é bem diferente desses países, pois trabalhamos bem mais em cima de exames objetivos (provas e testes) e dados quantitativos ( indices de repetências e evasão), fazendo com que haja certa dificuldade no trabalho de valores, competências e habilidades dos mesmos. No entanto, o problema não está só nesses dados ou exames e sim na falta de formação dos educandos de como trabalhar os instrumentos junto aos alunos, de forma que desenvolva nos mesmos, suas habilidades de ordem mais alta como sua capacidade de interpretação e avaliação, o que conseqüentemente melhoraria nossas tecnicas de avaliação. Um abraço e até o próximo encontro!
Repensando a avaliação por César Nunes. Hoje pensar em avaliar é dá oportunidade para que os alunos possam mostrar em íntegra tudo o que sabe e aprende em todo o seu percurso escolar. A nova forma de avaliação pelas diretrizes nacionais diz que o modo tradicional é ultrapassado e que os alunos tem que mostrar sua capacidade de resolver problemas,autonomia, pensamento crítico e de trabalhar em grupo, para poder então se ter interpretações de avaliações na visão qualitativa e quantitativa.
Comentário do Texto: “REPENSANDO A AVALIAÇÃO” de César Nunes. No terceiro parágrafo o autor revela que os testes e exames de larga escala têm impedido uma maior disseminação de práticas educacionais que trabalhem valores, competências e habilidades. Ele ainda enfatiza sobre as diretrizes educacionais em outros países que desenvolvem habilidades como: capacidade de resolver problemas, autonomia, pensamento crítico, capacidade de trabalhar em grupo, etc. mas o objetivo maior que temos em nossa disciplina está vinculado a vários fatores como: interpretação, raciocínio, compreensão e, principalmente o que vivenciamos com o nosso aluno. A aprendizagem depende também do comportamento do educando, pois se ele tem um comportamento em sala de aula terá mais facilidade de compreensão dos conteúdos, tanto teóricos como práticos.
Raimundo Nonato de Almeida, professor de Física e Matemática da E. Estadual Apolinária Jales, Messias Targino-RN.
Comentário do texto "Repensando a Avaliação" de Cesar Nunes.
O texto de César Nunes, começa relatando a criação de novos parêmetros e diretrizes curriculares em muitos países, numa necessidade de adequar a educação a uma realidade que elevasse o conhecimento, e que o processo de repensar a educação deve estar também associado ao processo de repensar a avaliação. Apesar da maioria dos documentos de diratrizes educacionais almeje habilidades como a capacidade de resolver problemas, pensamento crítico, capacidade de trabalhar em grupo, o que se vê é uma realidade bem diferente, aonde se trabalha os aspectos quantitativos da avaliação, como exames objetivos(provas e testes),deixando de lado a qualidade da avaliação.
Com relação a avaliação da capacidade de resolver problemas o autor relata que a utilização da avaliação baseada em problemas reais, os chamados problemas abertos, são sempre mais condizentes com a realidade, permitindo, assim diferentes interpretações, e que, por isso são adotados por várias instituições. No que diz respeito a avaliação de posturas o autor enfatiza o desenvolvimento da metacognição, aonde o próprio aluno se concientiza sobre o que sabe e o que não sabe, sobre como sabe, como aplica o que sabe, como otimiza o que sabe, exercendo assim, uma auto-avaliação.
No tocante aos instrumentos de avaliação para a sala de aula o autor refere-se a uma ação um tanto contraditória, quando muitas vezes pregamos para o aluno o desenvolvimento de senso crítico, capacidade de colaboração, dentre outros valores, mas no momento da avaliação cobramos desse aluno a memorização de conteúdo, deixando transparecer para ele que aquilo que pregamos está em segundo plano. Muito embora, ele relate que isso quase sempre acontece porque o professor tem dificuldades de avaliar o aluno dentro desse contexto usando critérios justos e objetivos. Ele fala que a maneira de superar essas dificuldades é ter clareza dos objetivos de aprendizagem que o professor tenha em sua disciplina. Para isso, é necessário que possamos distinguir o aluno que compreende totalmente esses objetivos, aqueles que compreendem em parte, ou ainda o que não compreende nada dos objetivos trabalhados. Então, deve-se adotar uma avaliação que nos possa diagnosticar se esses objetivos foram plenamente atingidos ou apenas em parte.
Até o próximo encontro colegas!
Avaliar é um processo contínuo que ocorre diariamente em nossas vidas, sempre estamos avaliando e sendo avaliado. Porém dento do contexto educacional não é tão simples assim, pois, somos fruto de um processo avaliativo tradicionalista, repressor e seletivo.
O texto “Repensando a Avaliação” de Cesar Nunes nos proporciona várias situações que nos leva a refleti sobre a avaliação que estamos aplicando aos nosso alunos, ofertando- nos ferramentas para desenvolvermos uma avaliação significativa, levando o educando ao conhecimento. No entanto, na maioria das vezes não ofertamos aos mesmos as ferramentas adequadas que os leve ao conhecimento qualitativo, fazendo-os se desencantar e muitas vezes desistir dos seus ideais. É preciso que o professor diversifique sua metodologia, utilize as dimensões citadas no texto, tenha clareza dos objetivos da sua disciplina, esteja aberto as mudanças e tenha disponibilidade para exercer sua profissão.
Avaliar é um processo contínuo e abrangente que envolve toda uma dinâmica, em termos qualitativos e quntitativos medinate a exposição, analise e coclusão de um determinado contexto.
De acordo com o texto em referência, (WISKE, 1998), o ensino para a compreenção é entendido como a capacidade de aferir, estabelecer relação entre o conhecimento prévio e as novas situação de arendizagem.Em linhas gerais, aprender a aprender, aprender a buscar o conhecimento mediante um senço crítico, saber avaliar e checar a qualidade do material e das informações que recebe, e reconhecer os limites de sua abrangência com o intuito de atingir uma aplicabilidade moderna e construtivista.Não basta ter as informações, é preciso conhecer-las e saber quando, onde e como serão utilizadas.
VANDA LÚCIA DO ROSÁRIO
COMENTÁRIO DO TEXTO: "REPENSANDO A AVALIÇÃO". DE CESAR NUNES
Baseado no texto a avaliação é um processo de atribuição de símbolos a fenômenos com o objetivo de caracterizar o valor dos fenômenos, pois sabemos que muitas vezes a avaliação passa a ser um instrumento de punição e não estabelece uma comparação do que foi alcançado com o que se pretende atingir. De modo mais simples a avaliação da aprendizagem deve ter sempre uma finalidade exclusivamente diagnosticada, ou seja, ela se volta para o levantamento das dificuldades dos decentes, com vista a correção de rumos, a reformulação do procedimento didático - pedagógicos, ou até mesmo de objetivos e metas.
COMENTANDO O TEXTO "REPENSANDO A AVALIAÇÃO" DE CEZAR NUNES.
Realmente estamos com constantes pensamentos para mudar a avaliação,não sabemos ou não aprendemos ainda qual seria a melhor forma de avaliar o aluno.Na maioria das vezes,achamos que copiar no papel o que nós falamos ou escremos em sala de aula é suficiente para atribuir uma nota ao aluno. Então segundo o texto a avaliação estar relacionada a vários fatores, nos quais foi citado a livre vontade do aluno de despertar para o conhecimento, relacionando-o com a sua realidade.Dessa forma, teríamos condições reais de avaliar-mos qualitativamente, a capacidade de aprendizagem do aluno. A visão sobre a avaliação então seria somente compreender os conteúdos e não reproduzilos de forma sistemática. Mas, temos que atribuir uma nota, que então seria por vários fatores, como participação e produção por exemplo. Devemos levar também em conta as normas das diretrizes, que são muitas vezes esquecidas, e, elas são importantes para chegamos a nossa própria compreensão sobre a avaliação. Temos um caminho muito longo para mudarmos todas concepções relacionadas a forma de avaliação, ao mesmo tempo temos novas pespectivas de melhorias destas, visando primeiramente a aprendizagem antes da nota da avaliação.
adiemlanosduh@hotmail.com
COMENTÁRIO DO TEXTO: "Repensando a Avaliação"(César Nunes)
Sempre nós educadores devemos repensar no modo de avaliação, uma vez que devemos acompanhar as mudanças de pensamento e aplicação de tecnologias na prática educativa.
Acho muito importante o indivíduo desenvolver capacidade em resolver problemas, autonomia, o pensamento crítico, ter capacidade de trabalhar em grupo. E não trabalhar só exercícios e atividades de múltiplas escolha, pois muitas vezes nossos alunos não sabem resolver problemas uma vez que não são preparados para isso, confundem com exercícios.
Num problema, precisamos principalmente de duas coisas: o que é dado? e o que é pedido?. Quando definidos, buscamos estratégicas de resolução, idéias, casos parecidos já resolvidos antes e daí a gente desenvolve um plano e organização de explorar a hipótese até se chegar na tese. Quando não é possível, a gente começa a negar a tese até se chegar na negação da hipótese, é o que chamamos de CONTRA-POSITIVA. No último caso, usaremos o método do absurdo, começa negando a tese e daí aplica-se a hipótese e chegaremos numa contra-posição ou absurdo.
O uso da tecnologia em problemas proporciona o aluno a testar hipóteses, descobrir regras, encontrar mais de uma solução e desenvolver a capacidade de auto-crítica.
Concordo com Cézar Nunes no método da METACOGNIÇÃO. Então, o caminho mais viável é preparar software de situações-problemas e aplicá-los.
Enfim, há muitos instrumentos de avaliação p/ a sala de aula, muitos falados mas poucos usados, a maneira melhor seria mesclar todas as técnicas de avaliação para que tenhamos uma idéia melhor sobre o "ENSINO PARA A COMPREENSÃO"(Wiske, 1998)
Lusamiro Holanda
Comentário do texto "Repensando a Avaliação" de César Nunes.
No 3º parágrafo o autor fala sobre o processo de repensar a avaliação, concordo que este processo deve estar associado ao o processo de repensar a educação, pois na maioria das avaliações que são feitas hoje não são desenvolvidas as habilidades e as competências, como: capacidade de resolver problemas, autonomia, pensamento crítico, capacidade de trabalhar em grupo. Os professores devem repensar a avaliação utilizando estratégias que facilite o processo de ensino aprendizagem.
Gostei de (MANSILLA; GARDNER, 1998), que fala da capacidade do conhecimento através das quatro dimensões: A dimensão do conhecimento, a dimensão dos métodos, a dimensão dos propósitos e a dimensão das formas. Com tudo isso devemos adotar instrumento que venha melhorar as técnicas de avaliação, para assim podermos diagnosticar se os objetivos foram atingidos.
Antonio-nilson@hotmail.com
Sobre o texto: Repensando a avaliação de Cesar Nunes, percebemos que o autor tenta sugerir exemplos para melhor avaliarmos os mesmos, a partir de instrumentos que têm sido mais utilizados no meio educacional, como o uso de rubricas ou de trabalhos colaborativos; para isso, o autor enfatiza principalmente o "Ensino para compreensão", dando dimensões para esta melhor aprendizagem: a dimensão do conhecimento, a dimensão dos métodos para desenvolver o espírito crítico, a dimensão dos propósitos para questões fundamentais em determinadas áreas e a dimensão das formas de como os alunos dominam os assuntos para poder ter acessos e organizar os dados de informações, analisar, interpretar, argumentar afim de desenhar novos produtos. Com isso, acredito que o esforço em grupo dos professores poderá tentar transformar esta realidade de avaliação dos alunos que estar hoje bastante confusa e precisando de um melhor norte.
Alexsandro Gurgel, Caraúbas - RN
alefsgurgel@hotmail.com
Sou professora desde 1992 na Escola Estadual Sebastião Gurgel em Caraúbas , e desde que comecei a lecionar tenho uma dificuldade muito grande em avaliar,pois o método sempre usado, no meu entendimento, não verifica realmente a aprendizagem do aluno. O texto de Cesar Nunes veio nos auxiliar, em muito,a buscar uma nova forma de avaliar que venha,de forma adequada,verificar o nível de aprendizado e como estamos fazendo isso nas nossas disciplinas, de maneira que o aluno possa participar do processo ativamente como construtor do seu conhecimento. Acredito que esse é o caminho mais coerente.
Diante do texto de Cesar Nunes os educadores da chamada era do conhecimento, precisam repenssar as formas de avaliar seus alunos, já que as avaliações em que o aluno é submetido a exames extremamente objetivos e quantitativos, não tem demonstrado eficácia nos dias atuais. Estamos certos de que a avaliação precisa levar em conta os conhecimentos prévios do aluno e abrir possibilidades para que ele possa pensar, analisar, criticar e com isso criar novos conceitos formando assim o conhecimento necessário a sua formação.
Repensar o processo de avaliação não é e nem será uma tarefa simples, pois devemos levar em conta o fato de que estamos avaliando seres humanos. Cada indivíduo possui seu valor, sua habilidade e sua competência. Sendo assim, é preciso que se busque conhecer a origem daquilo que se está buscando avaliar. neste sentido há inúmeros fatores que impedem isso. Aqui destaco a falta de disponibilidade do professor, que não pode ser exclusivo.
Comentário do texto: Repensando a avaliação de César Nunes
O grande objetivo que norteia nossa prática é a construção do conhecimento e fazer com que o aluno consiga aplicar os conhecimentos adquiridos na escola à sua vida prática, dando significado aos conteúdos, seja na resolução de problemas, na coleta e organização de dados, compreendendo assim a verdadeira importância do processo ensino-aprendizagem.
No entanto, temos a consciência de que o modelo de avaliação aplicado em nossas escolas é apenas quantitativo, seletivo, avaliando apenas partes de um todo, num processo tão amplo, com alguns raros momentos de avaliação mais completa, observando outros aspectos do ser humano, quando trabalhamos projetos, atividades esportivas, gincanas culturais e aulas de laboratório e etc,
Desta forma, acreditamos que os Objetos de Aprendizagem, surgem neste contexto, como um grande aliado, até mesmo como uma real solução a curto prazo, para que possamos compreender o aprendizado de uma forma mais ampla, verificando competências, e habilidades que serão desenvolvidas através desse novo elemento, e não apenas o produto final, ou seja, o conhecimento “o que o aluno sabe ou deixa de saber”, mas também as várias etapas que ele precisa percorrer e percorre na construção do mesmo.
Um abraço do vaqueiro professor
Anco Márcio
Comentário do texto: Repensando a avaliação de César Nunes
Os objetivos de aprendizagens que pretendemos em nossas disciplinas compreendem a construção dos saberes e a aplicabilidade dos mesmos no dia-a-dia, ou seja, seria a prática pedagógica para a melhoria da qualidade de vida, incluindo mudanças de hábitos e atitudes, de todos os envolvidos no processo. No entanto, a prática avaliativa que praticamos em nossas escolas não nos dá suporte para avaliar tais objetivos, visto que, a mesma é uma avaliação somativa, cujos instrumentos são demasiadamente limitados, permitindo-nos a avaliação apenas de objetivos conceituais, os procedimentais e atitudinais apenas são levados em conta por ocasião de situações diferenciadas como desenvolvimento de projetos interdisciplinares, gincanas, feiras de ciências acontecendo esporadicamente no âmbito escolar.
A avaliação classificatória impossibilita o acompanhamento e a ajuda fazendo com que nossos alunos sejam rotulados, e por mais que isso nos pareça cruel, pouco ou quase nada fazemos para mudar a situação, mesmo que isso seja motivo de preocupação e reflexão, mesmo por que não dispomos de mecanismos que favoreçam uma nova prática, a começar pela nossa formação que apresenta enormes lacunas a esse respeito.
Entendemos que o estudo e a aplicabilidade dos Objetos de Aprendizagem possam nos ajudar a avaliar os aprendizes observando outras dimensões , sem termos que nos deter somente no produto final, e sim valorizar cada etapa na construção do conhecimento.
Abraços!
diante do objeto analisado, o cubo mágico, interagimos grandes possibilidades como: interatividade entre aluno/computador, possibilitando-o a análise de faces, arestas, vértices, áreas, volumes, etc. assim, dando real significado aos conteúdos significativos e sua utilização na vida prática, e dispertando grande interesse pelas aulas e demais disciplinas. Desta forma, credenciamos os objetos de aprendizagem como mais um grande recurso tecnológico aplicado nas salas de aulas.
anco márcio(vaqueiro)
Lusamiro Holanda
Francineide Dantas disse...
Comentário do texto" Repensando a Avaliação " de César Nunes.
sabemos que a avaliação é parte integrante do processo ensino/aprendizagem.Os métodos atuais de avaliação são realizados através de testes classificatórios , que atribuem notas no sentido de determinar o conhecimento adquirido pelo aluno.Muitas vezes o aluno é punido através deste tipo de avaliação.Devemos repensar a avaliação ,pois na atualidade a mesma vem ganhando espaços muito amplo no processo de ensino e no desenvolvimento das habilidades do educando.
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