sexta-feira, 18 de julho de 2008

II ENCONTRO A DISTÂNCIA – Reflexão do texto Repensando a avaliação - Turma 01

Leia o trecho retirado do texto de César Nunes:
[...] um grupo da Faculdade de Educação de Harvard acredita que o objetivo maior do ensino oferecido por ele deve ser o “Ensino para a Compreensão” (WISKE, 1998).
Para nós, educadores, quais são os objetivos de aprendizagem que temos em nossa disciplina? Será que já refletimos sobre o comportamento do aluno que compreende, total ou parcialmente, ou que não compreende o que estamos vivenciando com ele?
Reflita e socialize suas idéias neste ambiente.
Postado por Tutoria

18 comentários:

Unknown disse...

Atividade à Distância: Leitura e Comentário do texto" Os objetos vituais de aprendizagem; ação, criação e conhecimento.
MÓDULO I - Objetos de aprendizagem
Ao planejar uma aula o educador pensa várias atividades que possam auxiliar na compreensão do conhecimento que ele deseja construir junto aos seus alunos. Esses elementos serão responsáveis por proporcionar o que se chama de situações de aprendizagem.
O avanço da tecnologia em todas as direções, tem colocado a disposição do alunado uma gama de informações que muitas vezes se antecipa a escola no processo de construção do conhecimento.
Machado (2002) usa uma pirâmide para mostrar o processo que vai da obtenção da informação até a construção do conhecimento.Para ele na base da pirâmide fica os dados qualitativos se referindo a dados de toda natureza, acumulados em tabelas e veiculados através dos meios de comunicação inclusive na internet, ter acesso a esses dados é importante, entretanto isso não garante que sejamos capazes de dar-lhes significado o que nos leva ao próximo patamar da pirâmide, o das informações, esse patamar deve servir de ponto de partida para todo um trabalho que nos conduzirá a construção do conhecimento que é o patamar seguinte da pirâmide. Paraa atingir esse nível do conhecimento é fundamental a capacidade de estabelecer conexões entre elementos informacionais e organizá-los em sistemas.Partindo da leitura dos dados, geramos informações; da informação,analisando-as, criticando-as, relacionando-as, construímos conhecimentos;daí é preciso projetar. Essa tarefa está resguardado ao último patamar da pirâmide, o mais elevado, o da inteligência. A capacidade inteligente do ser humano seria, assim, a capacidade de projetar.Toda atividade educacional e pedagógica, tanto do professor quanto da instituição escolar como um todo, deve ter como meta alcançar o patamar superior da pirãmide informacional.
Em relação aos objetos virtuais de aprendizagem vem ser concebido como surgimento de novos recursos tecnológicos que apresenta inúmeras vantagens em relação a outros métodos mais atrasados, mas que também não é passível de críticas, dependendo do seu direcionamento. Em suma os computadores podem ser utilizados como via importante para a caracterização de novos projetos individuais ou coletivos, já um objeto virtual de aprendizagem é um recurso digital reutilizável que auxilia na aprendizagem de algum conceito e, ao mesmo tempo,estimula o desenvolvimento de capacidades pessoais, como a imaginação e a critividade.

Unknown disse...

“Atividade à Distância: Leitura e Comentário do texto” Os objetos virtuais de aprendizagem; ação, criação e conhecimento.
MÓDULO I - Objetos de aprendizagem
Ao planejar uma aula o educador pensa várias atividades que possam auxiliar na compreensão do conhecimento que ele deseja construir junto aos seus alunos. Esses elementos serão responsáveis por proporcionar o que se chama de situações de aprendizagem.
O avanço da tecnologia em todas as direções tem colocado a disposição do alunado uma gama de informações que muitas vezes se antecipa a escola no processo de construção do conhecimento.
Machado (2002) usa uma pirâmide para mostrar o processo que vai da obtenção da informação até a construção do conhecimento. Para ele na base da pirâmide fica os dados qualitativos se referindo a dados de toda natureza, acumulados em tabelas e veiculados através dos meios de comunicação inclusive na internet, ter acesso a esses dados é importante, entretanto isso não garante que sejamos capazes de dar-lhes significado o que nos leva ao próximo patamar da pirâmide, o das informações, esse patamar deve servir de ponto de partida para todo um trabalho que nos conduzirá a construção do conhecimento que é o patamar seguinte da pirâmide. Para atingir esse nível do conhecimento é fundamental a capacidade de estabelecer conexões entre elementos informacionais e organizá-los em sistemas. Partindo da leitura dos dados, geramos informações; da informação, analisando-as, criticando-as, relacionando-as, construímos conhecimentos; daí é preciso projetar. Essa tarefa está resguardado ao último patamar da pirâmide, o mais elevado, o da inteligência. A capacidade inteligente do ser humano seria, assim, a capacidade de projetar. Toda atividade educacional e pedagógica, tanto do professor quanto da instituição escolar como um todo, deve ter como meta alcançar o patamar superior da pirâmide informacional.
Em relação aos objetos virtuais de aprendizagem vem ser concebido como surgimento de novos recursos tecnológicos que apresenta inúmeras vantagens em relação a outros métodos mais atrasados, mas que também não é passível de críticas, dependendo do seu direcionamento. Em suma os computadores podem ser utilizados como via importante para a caracterização de novos projetos individuais ou coletivos, já um objeto virtual de aprendizagem é um recurso digital reutilizável que auxilia na aprendizagem de algum conceito e, ao mesmo tempo, estimula o desenvolvimento de capacidades pessoais, como a imaginação e a criatividade.





“Atividade à Distância: Leitura e Comentário do texto” Os objetos virtuais de aprendizagem; ação, criação e conhecimento.
MÓDULO I - Objetos de aprendizagem
Ao planejar uma aula o educador pensa várias atividades que possam auxiliar na compreensão do conhecimento que ele deseja construir junto aos seus alunos. Esses elementos serão responsáveis por proporcionar o que se chama de situações de aprendizagem.
O avanço da tecnologia em todas as direções tem colocado a disposição do alunado uma gama de informações que muitas vezes se antecipa a escola no processo de construção do conhecimento.
Machado (2002) usa uma pirâmide para mostrar o processo que vai da obtenção da informação até a construção do conhecimento. Para ele na base da pirâmide fica os dados qualitativos se referindo a dados de toda natureza, acumulados em tabelas e veiculados através dos meios de comunicação inclusive na internet, ter acesso a esses dados é importante, entretanto isso não garante que sejamos capazes de dar-lhes significado o que nos leva ao próximo patamar da pirâmide, o das informações, esse patamar deve servir de ponto de partida para todo um trabalho que nos conduzirá a construção do conhecimento que é o patamar seguinte da pirâmide. Para atingir esse nível do conhecimento é fundamental a capacidade de estabelecer conexões entre elementos informacionais e organizá-los em sistemas. Partindo da leitura dos dados, geramos informações; da informação, analisando-as, criticando-as, relacionando-as, construímos conhecimentos; daí é preciso projetar. Essa tarefa está resguardado ao último patamar da pirâmide, o mais elevado, o da inteligência. A capacidade inteligente do ser humano seria, assim, a capacidade de projetar. Toda atividade educacional e pedagógica, tanto do professor quanto da instituição escolar como um todo, deve ter como meta alcançar o patamar superior da pirâmide informacional.
Em relação aos objetos virtuais de aprendizagem vem ser concebido como surgimento de novos recursos tecnológicos que apresenta inúmeras vantagens em relação a outros métodos mais atrasados, mas que também não é passível de críticas, dependendo do seu direcionamento. Em suma os computadores podem ser utilizados como via importante para a caracterização de novos projetos individuais ou coletivos, já um objeto virtual de aprendizagem é um recurso digital reutilizável que auxilia na aprendizagem de algum conceito e, ao mesmo tempo, estimula o desenvolvimento de capacidades pessoais, como a imaginação e a criatividade.

Unknown disse...

“Atividade à Distância: Leitura e Comentário do texto” Os objetos virtuais de aprendizagem; ação, criação e conhecimento.
MÓDULO I - Objetos de aprendizagem
Ao planejar uma aula o educador pensa várias atividades que possam auxiliar na compreensão do conhecimento que ele deseja construir junto aos seus alunos. Esses elementos serão responsáveis por proporcionar o que se chama de situações de aprendizagem.
O avanço da tecnologia em todas as direções tem colocado a disposição do alunado uma gama de informações que muitas vezes se antecipa a escola no processo de construção do conhecimento.
Machado (2002) usa uma pirâmide para mostrar o processo que vai da obtenção da informação até a construção do conhecimento. Para ele na base da pirâmide fica os dados qualitativos se referindo a dados de toda natureza, acumulados em tabelas e veiculados através dos meios de comunicação inclusive na internet, ter acesso a esses dados é importante, entretanto isso não garante que sejamos capazes de dar-lhes significado o que nos leva ao próximo patamar da pirâmide, o das informações, esse patamar deve servir de ponto de partida para todo um trabalho que nos conduzirá a construção do conhecimento que é o patamar seguinte da pirâmide. Para atingir esse nível do conhecimento é fundamental a capacidade de estabelecer conexões entre elementos informacionais e organizá-los em sistemas. Partindo da leitura dos dados, geramos informações; da informação, analisando-as, criticando-as, relacionando-as, construímos conhecimentos; daí é preciso projetar. Essa tarefa está resguardado ao último patamar da pirâmide, o mais elevado, o da inteligência. A capacidade inteligente do ser humano seria, assim, a capacidade de projetar. Toda atividade educacional e pedagógica, tanto do professor quanto da instituição escolar como um todo, deve ter como meta alcançar o patamar superior da pirâmide informacional.
Em relação aos objetos virtuais de aprendizagem vem ser concebido como surgimento de novos recursos tecnológicos que apresenta inúmeras vantagens em relação a outros métodos mais atrasados, mas que também não é passível de críticas, dependendo do seu direcionamento. Em suma os computadores podem ser utilizados como via importante para a caracterização de novos projetos individuais ou coletivos, já um objeto virtual de aprendizagem é um recurso digital reutilizável que auxilia na aprendizagem de algum conceito e, ao mesmo tempo, estimula o desenvolvimento de capacidades pessoais, como a imaginação e a criatividade.





aprendizagem
Ao planejar uma aula o educador pensa várias atividades que possam auxiliar na compreensão do conhecimento que ele deseja construir junto aos seus alunos. Esses elementos serão responsáveis por proporcionar o que se chama de situações de aprendizagem.
O avanço da tecnologia em todas as direções tem colocado a disposição do alunado uma gama de informações que muitas vezes se antecipa a escola no processo de construção do conhecimento.
Machado (2002) usa uma pirâmide para mostrar o processo que vai da obtenção da informação até a construção do conhecimento. Para ele na base da pirâmide fica os dados qualitativos se referindo a dados de toda natureza, acumulados em tabelas e veiculados através dos meios de comunicação inclusive na internet, ter acesso a esses dados é importante, entretanto isso não garante que sejamos capazes de dar-lhes significado o que nos leva ao próximo patamar da pirâmide, o das informações, esse patamar deve servir de ponto de partida para todo um trabalho que nos conduzirá a construção do conhecimento que é o patamar seguinte da pirâmide. Para atingir esse nível do conhecimento é fundamental a capacidade de estabelecer conexões entre elementos informacionais e organizá-los em sistemas. Partindo da leitura dos dados, geramos informações; da informação, analisando-as, criticando-as, relacionando-as, construímos conhecimentos; daí é preciso projetar. Essa tarefa está resguardado ao último patamar da pirâmide, o mais elevado, o da inteligência. A capacidade inteligente do ser humano seria, assim, a capacidade de projetar. Toda atividade educacional e pedagógica, tanto do professor quanto da instituição escolar como um todo, deve ter como meta alcançar o patamar superior da pirâmide informacional.
Em relação aos objetos virtuais de aprendizagem vem ser concebido como surgimento de novos recursos tecnológicos que apresenta inúmeras vantagens em relação a outros métodos mais atrasados, mas que também não é passível de críticas, dependendo do seu direcionamento. Em suma os computadores podem ser utilizados como via importante para a caracterização de novos projetos individuais ou coletivos, já um objeto virtual de aprendizagem é um recurso digital reutilizável que auxilia na aprendizagem de algum conceito e, ao mesmo tempo, estimula o desenvolvimento de capacidades pessoais, como a imaginação e a criatividade.

sebastiana disse...

“Atividade à Distância: Leitura e Comentário do texto” Os objetos virtuais de aprendizagem; ação, criação e conhecimento.
MÓDULO I - Objetos de aprendizagem
Ao planejar uma aula o educador pensa várias atividades que possam auxiliar na compreensão do conhecimento que ele deseja construir junto aos seus alunos. Esses elementos serão responsáveis por proporcionar o que se chama de situações de aprendizagem.
O avanço da tecnologia em todas as direções tem colocado a disposição do alunado uma gama de informações que muitas vezes se antecipa a escola no processo de construção do conhecimento.
Machado (2002) usa uma pirâmide para mostrar o processo que vai da obtenção da informação até a construção do conhecimento. Para ele na base da pirâmide fica os dados qualitativos se referindo a dados de toda natureza, acumulados em tabelas e veiculados através dos meios de comunicação inclusive na internet, ter acesso a esses dados é importante, entretanto isso não garante que sejamos capazes de dar-lhes significado o que nos leva ao próximo patamar da pirâmide, o das informações, esse patamar deve servir de ponto de partida para todo um trabalho que nos conduzirá a construção do conhecimento que é o patamar seguinte da pirâmide. Para atingir esse nível do conhecimento é fundamental a capacidade de estabelecer conexões entre elementos informacionais e organizá-los em sistemas. Partindo da leitura dos dados, geramos informações; da informação, analisando-as, criticando-as, relacionando-as, construímos conhecimentos; daí é preciso projetar. Essa tarefa está resguardado ao último patamar da pirâmide, o mais elevado, o da inteligência. A capacidade inteligente do ser humano seria, assim, a capacidade de projetar. Toda atividade educacional e pedagógica, tanto do professor quanto da instituição escolar como um todo, deve ter como meta alcançar o patamar superior da pirâmide informacional.
Em relação aos objetos virtuais de aprendizagem vem ser concebido como surgimento de novos recursos tecnológicos que apresenta inúmeras vantagens em relação a outros métodos mais atrasados, mas que também não é passível de críticas, dependendo do seu direcionamento. Em suma os computadores podem ser utilizados como via importante para a caracterização de novos projetos individuais ou coletivos, já um objeto virtual de aprendizagem é um recurso digital reutilizável que auxilia na aprendizagem de algum conceito e, ao mesmo tempo, estimula o desenvolvimento de capacidades pessoais, como a imaginação e a criatividade.

Unknown disse...

Planejar com objetividade é preciso

É notável o interesse do Professor em saber programar com objetividade as atividades de aprendizagem, pois esta atitude manifesta-se como uma das necessidades básica do mediador dos conteúdos selecionados.
São muitos os objetivos de aprendizagem indispensáveis à formação cidadã contemporânea. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais – Ensino Médio, o ensino de Física deve contribuir para a formação de uma cultura cientifica efetiva, que permita ao individuo a interpretação dos fatos, fenômenos e processos naturais, situando e dimensionando a interação do ser humano com a natureza como parte da própria natureza em transformação (2002. p 229). Por tanto, o Ensino Médio, etapa final da educação básica deve objetivar as competência e habilidades na representação e comunicação, na investigação e compreensão e na contextualização sociocultural.
Fazer uma reflexão sobre os objetivos planejados é necessário repensar a avaliação observando os passos que o aluno dá. Se ele consegue associar os conteúdos com o mundo real na direção certa ou errada? No que avançou no processo contínuo entre o saber e o não saber fazer? Registrando de feedbacks, etc. É a partir desta perspectiva que o saber preparar atividade tendo em vista a diversidade dos estudantes transforma-se numa prioridade no exercício do Professor em sala de aula. Mas é necessário evitar também uma elaboração de atividade por acaso faltando o fio condutor que é necessário para proporcionar uma concepção e um interesse preliminar pela tarefa.
A atividade do Professor vai muito além do ato de ministrar aulas, exige um trabalho coletivo de reflexão, de inovação e de pesquisa, sem comparação com o que habitual se entende por “preparar aulas”. É necessário planejar os objetivos com clareza para que o planejamento permita uma mudança de simples transmissores de conhecimentos para se transformar em mediadores, gerentes/orientadores de equipes compostas por estudantes.

Anônimo disse...

Texto repensando a avaliação

Este é mais um texto que tenta desperta no educador, a vontade de mudar os meios de aprendizagem na educação, César Nunes deixa isso bem claro com suas palavras. Realmente o verdadeiro educador sempre está buscando inovar na sua maneira de ensinar, para atingir a aprendizagem e tem até conseguido mudar os métodos de ensino. Porém as dificuldades aparecem no momento da avaliação, são inúmeras as desculpas de professores para ainda utilizar os métodos tradicionais de avaliação, um deles é a dupla jornada de trabalho o que impede fazer um planejamento adequado, outro é o grande número de alunos em sala de aula o que dificulta uma avaliação contínua e apenas com anotações sobre cada um deles, e por ultimo e mais importante é o próprio sistema de educação onde para que alguém entre em uma universidade precisa passar por uma prova de classificação, com perguntas e respostas que não deixa meio termo, a resposta é sempre certa ou não.
Na realidade fica difícil para o educador saber como agir, pois se usarmos métodos diferentes de avaliação, quando os alunos se depararem com as provas de vestibulares ou concursos, vão estranhar e levar um susto.
É triste admitir, mas vivemos em um mundo onde desde que nascemos já somos classificados.

ESCOLA ESTADUAL SÉRVULO PEREIRA DE ARAÚJO disse...

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE
SECRETARIO DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA
COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ESCOLAR-CODESE
SUBCOORDENADORIA DE ENSINO MÉDIO-SUEM
CURSO: CAPACITAÇÃO DOCENTE NA UTILIZAÇÃO DE SPFTWARE COMO MATERIAL DE APOIO PEDAGOGICO.
CURSISISTA: MARIA GILVANETE DE OLIVEIRA SANTOS
TURMA 01
ATIVIDADE O SEGUNDO ENCONTRO: TEXTO REPENSANDO A AVALIAÇÃO
DE CESAR NUNES.



Avaliar, essa é uma das tarefas mais complicada de toda uma prática pedagógica, como vimos no texto de César Nunes a preocupação de muitos países e vários estados na década passada, foi com a criação de diretrizes curriculares refletindo assim a necessidade de repensar a educação e adequá-la a realidade pois segundo o texto repensar a avaliação deveria ser indissociável do processo de repensar a educação . A maioria dos documentos de diretrizes educacionais dos vários países, contem a expectativa do desenvolvimento de habilidades de ordem mais alta como: capacidade de resolver problemas,autonomia, e pensamento crítico capacidade de trabalhar em grupo, por outro lado temos já a bastante tempo exames extremamente objetivos e dados quantitativos: co números de questões corretas em testes de múltiplas escolhas. Más o problema não está na existência ou uso dos exames objetivos e dos qualitativos e sim na falta de instrumentos que permitam interpretar e avaliar o desenvolvimento de habilidades de ordem mais alta. Instrumentos e métodos de avaliação condizente com essas expectativas existem numa escala ainda muito pequena ou mesmo experimentais.
Avanços neste tipo de abordagem, têm sido obtido através do uso da tecnologia na proposição e avaliação de tarefas ricas que envolvam ingredientes essenciais da resolução de problemas como foram citados vários exemplos no texto de César Nunes, entre eles um exemplo bastante interessante de avaliação com tecnologia é o acoplamento de uma ferramenta de geração de mapas conceitual com paginas de uma web restrita, ( HERL et al 1999,) neste caso os alunos criam mapas conceituais partindo de um conjunto de conceitos e palavras de ligação disponível na tela do computador ,avanços também nos programas e técnicas de analise automática de textos livres do tipo ensaio e outros textos mais longos,(LANDAUAR ET AL.2003,) baseada na analise semântica.
Desta forma quando se fala de uma educação que prepara o aluno para ser cidadão no mundo atual de constantes mudanças, de buscas desesperadas por otimização de processo, com ênfase muitas vezes exarcebada na inovação, chegamos naturalmente a que esses alunos precisam aprender a aprende,aprender a ser.,no mundo educacional uma ênfase cada vez maio tem sido atribuída ao desenvolvimento da metaconignição (DAVIS ET.AL,2004)ou seja a conscientização do próprio aluno sobre o que sabe e o que não sabe,sobre como sabe , sobre como aplicar o que sabe,sobre como otimizar o que sabe e suas aplicações. Usualmente professores não têm preparo para, juntamente com o desenvolvimento de sua disciplina trabalhar estratégias de pensamento, transferência generalizada etc, Portanto, introduzir esse novo ingrediente, por mais importante que seja, é mais uma sobrecarga. Novamente aqui a tecnologia pode ser um instrumento valioso. É possível preparar via software situações-problema de tal maneira que o aluno tome consciência de seus processos de pensamento e avalie seu progresso se, conforme os passos que seguir na resolução do problema, receber “feedbacks” metacognitivos e puder comparar os caminhos seguidos e as estratégias utilizadas com aquelas de outros colegas e especialistas. Na realidade fica difícil para o educador saber como agir, como avaliar ou ate mesmo como se avaliar mediante a realidade de hoje muitas vezes o professor passou por tantas mudanças que se sente perdido na busca de melhor avaliar ou até mesmo trabalhar os conteúdos com seus alunos.

Anônimo disse...

GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA
COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ESCOLAR ESCOLA CODESE
SUBCOORDENADORIA DE ENSINO MÉDIO – SUEM


“CURSO: CAPACITAÇÃO DOCENTE NA UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE COMO MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO”
ALUNO: Pedro Xixi dos Santos
TURMA: 01
CIDADE: BODÓ / RN



COMENTÁRIO


Na última década do século 20 presenciamos uma globalização fenomenal: a criação de novos parâmetros e diretrizes curriculares em países e estados. Esse estudo refletia a necessidade de repensar a educação, organizá-la adequadamente a uma realidade, em linhas já trabalhadas, chamada de era do conhecimento.
O processo repensar a avaliação deveria ser indissociável do processo de repensar a educação, não foi o que aconteceu no primeiro momento.
A maioria dos documentos de diretrizes educacionais dos vários países contém a expectativa do desenvolvimento de habilidades como: capacidade de resolver problemas, autonomia, pensamento crítico, etc. Por outro lado temos objetivos e dados quantitativos como: número de questões e testes de múltipla escolha, índice de repetência e evasão, etc.
O problema não está na existência ou uso dos exames objetivos e dados quantitativos e sim na falta de instrumentos que permitam interpretar e avaliar dados, mais qualitativos, indicando com clareza o desenvolvimento das habilidades. Será que não existem outras ferramentas que facilite a vida do professor na avaliação de processo e não apenas de resultados?
A aprendizagem baseada em problemas tem sido adotada por várias instituições, o uso da tecnologia para avaliação da capacidade de resolução de problemas.
A maior contribuição dessas ferramentas para o cenário de avaliação educacional é que partindo delas é possível sair binário acertou / errou, com a criação e apresentação de problemas no computador e a interpretação de passos, evidências, ação e diferentes cenários, uso de feedback, etc.
Quando falamos de uma educação que prepara o aluno para ser cidadão no mundo atual, esse aluno precisa aprender a ser, no mundo educacional mais ênfase atribuída ao desenvolvimento da metacognição.
Usualmente professores não têm preparo para juntamente com o desenvolvimento de sua disciplina, trabalhar estratégia de pensamento, transferência, generalização. Introduzir novos ingredientes, por mais importante que seja, é mais uma sobrecarga.
O uso de situações – problemas ainda avaliam postura de alunos e professores. A análise da postura dos professores frente à situação – problema que exploravam os erros dos alunos, o uso da tecnologia, as diferentes situações de sala de aula, planejamento, etc.
Numa ponta estavam os poucos que mantinham uma visão bastante tradicional de educação. Na outra, aqueles com uma visão moderna, construtivismo.
Uma maioria de superar essas dificuldades é primeiramente ter clareza dos objetivos de aprendizagem que temos em nossas disciplinas.
Juntamente como os critérios são descritos, os níveis de um aluno que não domina nada, daquele que não domina mais sabe alguma coisa, daquele que domina mais não sabe alguma coisa, e daquele que domina.
A capacidade de trabalhar colaborativamente é outra qualidade muito falada, mas pouco avaliada.
Desenvolver a distribuição papéis ou tarefas sempre que um grupo for se reunir para desenvolver trabalhos.
Esses processos de sugestão de idéias, de teorias, servindo quase que naturalmente como ferramenta tanto de construção de conhecimento quanto de avaliação.

Unknown disse...

CURSO: CAPACITAÇÃO DOCENTE NA UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE COMO MATERIAL DE APOIO PEDAGOGICO
ALUNO: FRANCISCO VALDEREDO SOUZA
TURMA: 01
CIDADE: BODÒ/RN


COMENTARIO DO TEXTO REPENSANDO A AVALIAÇÃO

Há muito tempo os governantes sabiam que era necessária uma readaptação educacional a essa nova forma de vida das sociedades, a aceleração do tempo com o avanço das transformações tecnológicas foram responsáveis por tudo isso, e se uma nação quiser chegar a um certo nível de desenvolvimento o fundamental é investir na educação.
Muitos países investiram e se deram bem, outros após verem os resultados tentaram, já outros ficaram no papel. O Brasil vem buscando melhorar o seu sistema educacional, mais isso vem ocorrendo de forma muito lenta.
Os parâmetros e diretrizes curriculares ainda estão contribuindo bastante no pensar educacional, mais precisamos de um algo mais.
A questão avaliativa é bastante polemica sempre que há encontros com professores ela está em pauta e os métodos tradicionais ainda são predominante, os trabalhos voltados para o desenvolvimento de habilidades existe, mais em pequena escala, na realidade o que vale mesmo na avaliação são as notas. No texto o autor diz que esse tipo de avaliação não é um problema, a questão se encontra na falta de instrumentos que permitam interpretar e avaliar dados mais quantitativos referindo-se ao desenvolvimento de habilidades de ordem mais alta. Referente as questões sabemos que existe outros métodos de avaliação e outros instrumentos de aprendizagem que facilite o conhecimento do aluno e o trabalho do professor, na realidade o que falta é suporte onde o educador possa ter como base para buscar esses meios e por em prática. E como ficariam as universidades que adotam um sistema totalmente tradicional desde a seletiva á prática.
O texto é ótimo, apresenta vários métodos de trabalho onde o professor possa aproveitar em sua sala de aula, alguns métodos avaliativos com uso dos recursos tecnológicos poderá despertar a curiosidade do aluno e quem sabe trazer novamente de volta a escola já que o mesmo anda um pouco distante.
O curso está bem interessante e esperançoso, espero que seja o suporte que faltava para conduzirmos, mas quero lembrar que os cinco encontro é bem distante das mil horas do estado de São Paulo.

sebastiana disse...

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA
COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ESCOLAR -CODESE
SUBCOORDENAODRIA DO ENSINO MÉDIO -SUEM
CURSISTA:Sebastiana Maria Faustino de Oliveira - TURMA:01
ATIVIDADE DO II ENCONTRO
TEXTO: "REPENDANDO A AVALIAÇÃO" CÉSAR NUNES.

COMENTÁRIO
O processo avaliativo do ensino-aprendizagem, tem sido, ao longo do tempo um tema bastante discutido por vários especialistas no assunto; muito se tem buscado, reflexões têm sido feitas, porém a angústia por parte de muitos educadores persiste; o que fazer para melhorar o nível de aprendizagem dos nossos educandos? que ferramentas podem ser utilizadas para facilitar a vida do professor na avaliação? Como diz César Nunes, o processo de repensar a avaliação deve estar ligado ao processo de repensar a educação, educação esta que prepare o educando para ser cidadão no mundo atual de constantes mudanças, de buscas desesperadas por otimização de processos inovadores.Portanto, é urgente que mudanças aconteçam, para que haja aprendizagem de verdade.

Anônimo disse...

Na década passada presenciamos um fenômeno em escala mundial: a criaçãos dos PCNs,Novas Diretrizes Curriculares, Portarias de Avaliação, tudo isso motivado pela necessidade urgente de repensarmos a Educação e acima de tudo, pensarmos e refletirmos também sobre um novo paradigma para a Avaliação adeuada a relaidade, visto que, a era do Conhecimento já se encntrava instalada.
O processo de repensar a avaliação deveria de indissociável do processo de repensar a Educação de modo geral e abrangente para a verdadeira mudança sobre a aprendizagem.
A falta de instrumentos que permitam interpretar e avaliar dados mais qualitativos dando indicações sobre o desenvolvimento das habilidades de ordem mais alta.
Basendo-se nisso se faz necessário instrumentos mais efetivos para que os próprios alunos tenham maior consciência do que sabem e não sabem e que guiem melhor seus processos de aprendizagem...
De acordo com BOUD;FELLETI, 1998.
A aprendizagem baseada em problemastem sido adotada por várias instituições.
O uso da tecnologia para a avaliação da capacidade de resolução de problemas permite o trabalho numa dimensão de problemas que tem sido chamados de "problemas dinâmicos" (WIRTH; KLIEME, 2003).
A avaliação dos passos dos alunos na resolução de problemas com o uso da tecnologia pode ainda ser analisada sob o modelo de "desenho centrado em evidências"...
Avanços também nos programas e técnicoas de análise automática de textos livres do tipo ensaios e outros textos mais longos...
Avaliação com tecnologia é o acoplamento de uma ferramenta de geração de mapa conceitual com páginas de uma "web restrita"...
É urgente uma Educação que prepare o aluno para ser cidadão no mundo atual de constantes mudanças, de buscas desesperadas por otimização de processos, com ênfase muitas vezes exacerbada na inovação.
Durante as atividades devemos realizar paradas estratégicas para a reflexão sobre a relação realizado/planejado, para a avaliação da qualidade de soluções e produtos gerados para a auto-avaliação.
Infelizmente os professores ainda se encontram despreparados juntamente com o desenvolvimento de sua disciplina, trabalhar estratégias de pensamento, transferência, generalização. Vendo que a tecnologia pode ser um instrumento valioso em favor da aprendizagem...
È comum esperar que os cursos de formação "TRANSFORMEM" as pessoas.
As transformações possíveis, por melhor que seja o curso, dependem da experiência prévia do aluo, de sua abertura para as transformações do seu desempenho. Por mais favoráveis que sejam as condições, existem transformações que acontecem em prazos curtos e outras que necessitam tempo.
Rosa Neide Medeiros Dantas da Silva
Fernando Pedroza - RN
CAPACITAÇÃO DOCENTE NA UTILIZAÇÃO SE SOFTWARE LIVRE COMO MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO
PÓLO: MOSORRÓ-RN
TURMA: 01
MEDIADORAS: LENIRA E JARITZA

Unknown disse...

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
SETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA
COORDENATORIA DE DESENVOLVIMENTO ESCOLAR-CODESE
SUBCOORDENADORIA DO ENSINO MÉDIO-SUEM
CURSISTA:SÔNIA MARIA DE MEDEIROS TURMA:01
ATIVIDADE DO II ENCONTRO
TEXTO:REPENSANDO A AVALIAÇÃO "CESAR NUNES.
COMENTÁRIO DO TEXTO
Como vimos no texto de Cesar Numes que inicia-se com um acontecimento de um fenômeno que ocoreu na década passada e presenciado em escala mundial:a criação de novos parâmetros e diretrizes curriculares de modo globalizado.Esse fenômeno refletia a necessidade de repensar na educação e adequá-la a uma realidade chamada de era do conhecimento.
O autor chama atenção para o educador e educando no que se refere ao ensino aprendizagem e na preparação do cidadão .
O processo de repensar a avaliação deveria ser indissociável do processo de repensar a educação e as prática educacionais que trabalhem valores competências e habilidades nas ordens mais altas como:capacidade de resolver problemas e não dos exanes dos dados quantitativos e permita interpretar e avaliar dados mais qualitativos.
Entende-se a avaliação como um componente do processo educativo que pode e deve fornecer a aprendizagem do aluno,é um instrumento fundamental para fornecer informações sobre como está se realizando o processo de ensino como um todo tanto para o professor a equipe escolar conhecerem e analisarem os resultados de seu trabalho como para o aluno verificar seu desempenho e não simplismente focalizar o aluno no seu desempenho cognitivo e o acúmulo de conteúdos para classificá-lo em "aprovado ou reprovado".

Unknown disse...

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
SETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA
COORDENATORIA DE DESENVOLVIMENTO ESCOLAR-CODESE
SUBCOORDENADORIA DO ENSINO MÉDIO-SUEM
CURSISTA:SÔNIA MARIA DE MEDEIROS TURMA:01
ATIVIDADE DO II ENCONTRO
TEXTO:REPENSANDO A AVALIAÇÃO "CESAR NUNES.
COMENTÁRIO DO TEXTO
Como vimos no texto de Cesar Numes que inicia-se com um acontecimento de um fenômeno que ocorreu na década passada e presenciado em escala mundial:a criação de novos parâmetros e diretrizes curriculares de modo globalizado.Esse fenômeno refletia a necessidade de repensar na educação e adequá-la a uma realidade chamada de era do conhecimento.
O autor chama atenção para o educador e educando no que se refere ao ensino aprendizagem e na preparação do cidadão .
O processo de repensar a avaliação deveria ser indissociável do processo de repensar a educação e as prática educacionais que trabalhem valores competências e habilidades nas ordens mais altas como:capacidade de resolver problemas e não dos exanes dos dados quantitativos e permita interpretar e avaliar dados mais qualitativos.
Entende-se a avaliação como um componente do processo educativo que pode e deve fornecer a aprendizagem do aluno,é um instrumento fundamental para fornecer informações sobre como está se realizando o processo de ensino como um todo tanto para o professor a equipe escolar conhecerem e analisarem os resultados de seu trabalho como para o aluno verificar seu desempenho e não simplismente focalizar o aluno no seu desempenho cognitivo e o acúmulo de conteúdos para classificá-lo em "aprovado ou reprovado".

Unknown disse...

Avaliar é parte essencialmente necessária no processo de ensino aprendizagem,porém de acordo com o texto repensando a avaliação , esse processo deveria ser indissociável do processo de pensar a educação e é exatamente pela importãncia que tem esse tema que ao longo dos anos a discussão em torno do mesmo tem se intensificado consideravelmente, muito se tem buscado no sentido de aplicar o melhor método para avaliar o nível de aprendizagem dos educandos e a conclusão mais coerente é a de que se deve buscar métodos mais flexiveis respeitando os diversos níveis de aprendizagem de cada indivíduo.

Anônimo disse...

Curso de Capacitação docente na utilização de Software como material de apoio pedagógico
Repensando a Avaliação ( comentário de Irene).
Enquanto coordenadora pedagógica, podemos detectar através de acompanhamentos extra à sala de aula que hoje o professor utiliza de várias ferramentas para dinamizar suas aula com o objetivo de ter um melhor resultado na aprendizagem dos alunos, mas está claro que a educação em nível mundial não está sendo levada a sério, é de conhecimento de todos que hoje o Governo investe muito na educação, tanto em equipamentos, mobiliárias, estrutura física , quanto na capacitação e qualificação de profissionais, e o que podemos perceber é que esse investimento de certa forma, não tem um retorno positivo, nossos alunos não se sentem atraído pela escola. Por outro lado, a Escola passou a exercer o papel dela e da família, perdeu o seu valor. Inconscientemente nós não valorizamos a escola pública, acabamos perdendo nossa identidade. Daí percebemos que esse investimento não está sendo bem aproveitado, mas sabemos que as ferramentas disponíveis nas escola estão sento utilizadas, o problema é ser utilizado com o objetivo de aprendizagem com compreensão. Portanto é necessário que, enquanto profissionais que somo reflitamos bem sobre o comportamento dos nossos discentes, será que nos preocupamos realmente com a aprendizagem de cada um, observando todas as peculiaridades existentes na sala de aula? Utilizamos os objetos de aprendizagens com o intuito de levar a compreensão dos objetivos, ou estamos trabalhando apenas pelo “modismo” para dizer que somos modernos, não reagimos a mudanças?
Refletimos mais, se com os objetos de aprendizagens disponíveis a todos, por que nosso Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (IDEB) é tão baixo? Será que essas ferramentas que facilitam a vida do professor na avaliação de processos está dando resultados? Está servindo como ferramenta tanto de construção do conhecimento quanto de avaliação? São questionamentos que precisamos analisar para pensarmos numa educação de qualidade.

Unknown disse...

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
SERETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA
COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ESCOLAR-CODESE
SUBCOORDENADORIA DO ENSINO MÉDIO-SUEM
CURSISTA:MARIA DE FÁTIMA CARVALHO PEREIRA TURMA:01
ATIVIDADE DO II ENCONTRO
COMENTARIO DO TEXTO DE CESAR NUNES REPENSANDO A AVALIAÇÃO.


O texto Repensando a avaliação tenta despertar no educador o desejo de mudar os meios de aprendizagem na educação e mostra que na decada passada muitos paises e estados preocuparam-se em criar diretrizes curriculares que mostrassem a necessidade de repensar a educação e adequa-la a realidade.A maioria dos documentos de diretrizes educacionais dos vários países, contem a expectativa do desenvolvimento de habilidades de ordem mais alta como: capacidade de resolver problemas,autonomia, e pensamento crítico capacidade de trabalhar em grupo, por outro lado temos já a bastante tempo exames extremamente objetivos e dados quantitativos: co números de questões corretas em testes de múltiplas escolhas. Más o problema não está na existência ou uso dos exames objetivos e dos qualitativos e sim na falta de instrumentos que permitam interpretar e avaliar o desenvolvimento de habilidades de ordem mais alta. Instrumentos e métodos de avaliação condizente com essas expectativas existem numa escala ainda muito pequena ou mesmo experimentais.
(Ridgway;Cusker,2003) diz que avanços nesse tipo de abordagem tem sido obtidos atraves do uso da tecnologia na avaliação de tarefas que envolvam a resolução de problemas.Quando falamos de uma educação que prepare o aluno para ser cidadão no mundo atual de constantes mudanças vimos que esses alunos precisam aprender a aprender, aprender a ser,...Como fazer isso?no mundo educacional uma ênfase cada vez maior tem sido atribuída ao desenvolvimento da metaconignição (DAVIS ET.AL,2004), ou seja a conscientizaçaõ do proprio aluno sobre o que sabe e o que nao sabe.
inegavelmente uma parte consideravel do tempo de trabalho do professorr esta relacionada com questoes associadas a dificil tarefa de aferição da qualidade do aprendizado do alunado. Essa tarefa torna-se ainda mais complexa para o professor que nao tem preparo para, juntamente com o desenvolvimento de sua disciplina , trabalhar estratégias de pensamento, transferencia, generalizção etc..Portanto introduzir esse novo ingrediente, por mais importante que seja, é mais uma sobrecarga.A tecnologia mais uma vez é um intrumento valioso.Na realidade fica difícil para o educador saber como agir, como avaliar ou ate mesmo como se avaliar mediante a realidade de hoje.

Anônimo disse...

Professor Cesimar
A avaliação sem dúvida alguma é um tema muito complexo que povoa o universo escolar e nos faz refletir sempre que nos deparamos com o momento de aferir uma nota ao nosso aluno.
Muito já foi pesquisado mas a muito mais para se pensar no campo da avaliação escolar que muitas vezes é entendida como um capítulo especial no processo de aprendizagem quando na verdade, a avaliação no palco da educação é apenas decorrência de um processo normal de aprendizagem.
Então é preciso primeiramente aceitar que a avaliação faz parte de uma rotina com qual temos que estar lidando cada instante.
Portanto, repensar a avaliação é, pois , repensar o próprio ensino, uma vez que a avaliação é um processo e não um objeto pronto e acabado que apenas encerra um fim em se mesma. Por esta razão é preciso oferecer um ensino para a compreensão educando precisa adquirir a capacidade de usar flexivamente o conhecimento a cada nova situação de aprendizagem e com isso desenvolver metacognitiva.
Cabe ao educador se questionar: será que aquilo que avalio é realmente pertinente? será que aquele aprender para o aluno tem um significado necessário? será que a avaliação está condizente com os objetivos de aprendizagem que colocamos.
Tudo isso nos faz acreditar que as escolas precisam caminhar por avaliações mais abrangentes. Não é, claro, uma missão pronta, é um trabalho a se construir, no entanto é uma idéia que deve prevalecer quando se pensar na plenitude de uma avaliação mais justa é que de fato se configure como um instrumento capaz de nortear o processo ensino-aprendizagem voltada para a capacidade de uso flexivo do conhecimento em todas as suas dimensões.

Anônimo disse...

REPENSANDO A AVALIAÇÃO
Professor João Maria

Certamente, um dos assuntos mais abordados em qualquer discussão sobre a educação é o processo de avaliação. Inúmeros livros, teses, artigos e pesquisas já foram escritos sobre o assunto. Ficaremos restritos à análise de algumas idéias e propostas, procurando adequar a necessidade de uma forma de avaliação que contemple à nova realidade.
Partindo então do pressuposto que a avaliação se faz necessária, devemos analisar os nossos processos avaliativos e adequá-los as novas realidades estruturais do sistema educacional.
Os processos de avaliação conhecidos estão presos a métodos criados há mais de 400 anos. A maioria dos professores consiste, basicamente, na aplicação de duas provas mensais e, quando “sobra tempo”, o professor cobra um ou no máximo dois trabalhos. Faz-se a média aritmética e esta decidida, a nota do aluno naquele bimestre.
Discute-se muito qual o melhor tipo de prova a ser aplicada e como ela deva ser formulada.
No tocante às provas, encontramos tantos métodos e sistemas quantos estejamos dispostos a descobrir. Provas objetivas do vestibular, do ENEM, do PISA com múltipla escolha – a famosa A, B, C, D, E – questões somatórias (como as aplicadas em alguns vestibulares). Entendemos que o problema não é a forma da prova, e, sim, o seu mérito. Ela precisa ser eliminada.
Nós professores precisamos entender que avaliar é mais que corrigir dez, vinte ou até mesmo quarenta questões e um ou dois trabalhos. Esses tipos de avaliações não conduzem a lugar algum no processo de aprendizagem a não ser fornecer, à direção, aos pais e a sociedade, um valor quantitativo de conhecimento adquirido,como se isto fosse realmente possível.
O medo das escolas particulares em reprovar seus alunos e assim perdê-los no ano seguinte e o receio das escolas públicas de criar problemas sociais, como abandono das salas de aulas e atividades vingativas de alguns alunos em função de reprovações, fez com que nos tornássemos, a cada prova, mais flexíveis. Esse parece ser um últimas décadas.
Chegamos então a algumas conclusões:
• A avaliação é necessária;
• O aluno deve esta ciente de que, caso não atinja determinados objetivos será reprovado;
• As avaliações atuais estão totalmente ultrapassadas.

Para implementarmos novos processos de avaliação precisamos observar algumas características deste novo tempo. Um dos pontos de partida de qualquer novidade na forma de avaliar é observância de que esta deve ser continuada e não estanque ou estagnada. Outro aspecto de importância para uma nova formatação do processo de avaliação citada pela teoria das inteligências múltiplas de Howard Gardner. Se alunos diferentes devem ser ensinados diferentementes, também devem ser avaliados de forma particular.
O pecado da escola é confundir avaliar com examinar. A diferença é que o examinador tem um olhar classificatório e o avaliador tem um olhar diagnóstico. O primeiro espera que o aluno esteja pronto para as provas, o segundo investe para que ele aprenda como um ser em construção permanente. Para um verdadeiro processo de avaliação o que importa é a aprendizagem do educando e seu crescimento, a aprovação é conseqüência.
Chegamos então à conclusão de que o fundamental é que tenhamos uma visão global dos nossos alunos. Não podemos mais avaliá-los apenas com um ou dois tipos de avaliações e, muito menos, apenas na nossa disciplina. Precisamos, aqui também criar conceitos de interdisciplinaridade. Há a necessidade de que avaliemos nossos alunos de forma integral, constante, holística e interdisciplinar. Somente assim estaremos agindo como profissionais realmente integrados, preocupados, participantes e formadores dos novos rumos da nossa sociedade.